- Cinquenta e cinco mil participantes acompanharam o Rio2C 2026, que reforçou a internacionalização e o fortalecimento institucional do evento.
- Rafael Lazarini afirma que a economia criativa amadurece como agenda estratégica e que cultura já é vista como indústria, gerando emprego e renda.
- O Rio2C deixou de ser apenas audiovisual e passou a reunir segmentos como música, games, publicidade, moda, arquitetura e design.
- O tema deste ano, Code of Meaning, convida os criadores a refletirem sobre propósito diante de muita produção, incluindo inteligência artificial.
- O Rio de Janeiro é colocado como polo central para reposicionar a cidade como capital cultural e criativa do Brasil.
Em sua oitava edição, o Rio2C terminou no último domingo (31) no Rio de Janeiro, reunindo cerca de 55 mil participantes. O fundador Rafael Lazarini afirma que o encontro amadurece como agenda estratégica para a economia criativa.
Para Lazarini, a relação entre cultura e indústria deixou de soar impura. A economia criativa passa a gerar empregos, renda e desenvolvimento, e secretarias de cultura migraram para estruturas de economia criativa, sinalizando mudança de mentalidade.
O Rio2C expandiu o foco além do audiovisual, incorporando música, games, publicidade, moda, arquitetura e design. Hoje funciona como uma mistura de conferência, mercado de negócios e festival, com internacionalização em destaque.
Mudança de paradigma
Lazarini explica que o conceito de soft power ganhou peso no debate. A cultura, a arte e o audiovisual do Brasil ganham projeção internacional por meio de planejamento estratégico, reforçando a importância econômica.
Ele aponta que o evento ajuda a reposicionar o Rio de Janeiro como capital cultural e criativa do Brasil. A vocação criativa da cidade permanece potente, mesmo com perdas políticas e econômicas ao longo do tempo.
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