- O governo dos EUA propôs sobretaxa de 12,5% ao Brasil em investigação sobre trabalho forçado.
- A medida também atinge 59 países, segundo anúncio norte-americano.
- Washington afirma que os países não aplicam de forma eficaz a proibição da importação de bens produzidos com trabalho forçado.
- O anúncio foi feito nesta terça-feira, 2.
- Caso implementada, a cobrança pode se somar à tarifa de 25% proposta um dia antes para produtos brasileiros, em novo desdobramento da investigação comercial.
O governo dos EUA propôs uma sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros, no âmbito de uma investigação sobre trabalho forçado. A medida, anunciada nesta terça-feira, envolve também 59 países adicionais. Washington afirma que as nações não aplicam plenamente a proibição de importação de bens produzidos com mão de obra forçada.
Caso aprovada, a cobrança pode se somar a uma tarifa de 25% já proposta na véspera para produtos brasileiros, ampliando o custo de determinadas importações e afetando o comércio bilateral.
O anúncio foi feito pelo governo norte-americano como parte de uma revisão de políticas comerciais relacionadas ao trabalho forçado. Até o momento, não foram detalhados prazos, etapas legais ou impactos específicos para setores brasileiros.
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