- Ibovespa caiu 0,65%, aos 172.651 pontos, às 11h10, iniciando junho.
- Dólar comercial recuou 0,02%, para R$ 5,04, às 11h10.
- Bolsas americanas apresentaram queda: Dow Jones -0,21%; S&P 500 -0,07%; Nasdaq 100 -0,05%.
- O petróleo Brent subiu 7,8%, para US$ 94 o barril, elevando os preços de energia e pressionando títulos do Tesouro americano com rendimentos de 10 anos em 4,5%.
- Petrobras (PETR4) avançou 2,33% até as 11h10, acompanhando a alta do petróleo.
O Ibovespa caiu nesta segunda-feira, 29, ainda que a Petrobras tenha subido, com o dólar recuando para R$ 5,04. O dia abriu com o mercado global atento à escalada dos preços do petróleo e a tensões entre EUA e Irã, que afetam as expectativas de acordo para o Estreito de Ormuz.
A bolsa brasileira operava às 11h10 em queda de 0,65%, aos 172.651 pontos. O dólar comercial recuava 0,02%, passando a R$ 5,04. A alta do petróleo influenciou títulos internacionais, puxando perdas em ativos de renda fixa nos EUA, com o rendimento da Treasuries de 10 anos próximo de 4,5%.
Movimento do petróleo e impactos globais
O petróleo bruto WTI subiu 7,8%, para US$ 94, ampliando preocupações com inflação global e pressões sobre juros. A perda de fôlego do S&P 500 apareceu após atingirem-se recordes recentes, enquanto o setor de tecnologia resistia com ganhos.
Tensões e efeito no mercado brasileiro
A agência Tasnim informou a interrupção de mensagens entre Irã e EUA, citando protestos sobre ações de Israel no Líbano. Washington e Teerã vinham buscando um acordo que prolongasse o cessar-fogo no estreito de Ormuz. O Irã afirmou receio de sinais contraditórios vindos de Washington.
Petrobras reage à alta do petróleo
As ações da Petrobras, representadas por PETR4, registraram alta de 2,33% até as 11h10, em linha com o impulso do petróleo. No ambiente externo, o presidente Donald Trump sinalizou otimismo sobre negociações com o Irã, mesmo com confrontos próximos ao estreito.
— Com informações da Bloomberg News
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