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Mercado imobiliário impulsiona economia e inovação tecnológica

Mercado imobiliário brasileiro cresce em volume e valor, impulsionando inovação tecnológica e maior demanda por equipamentos na construção, com Sul em destaque

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  • O mercado imobiliário brasileiro movimentou R$ 264,2 bilhões em 2025, alta de 3,5% frente a 2024.
  • Foram lançadas 453.005 unidades residenciais, aumento de 10,6% em relação a 2024.
  • Vendas de luxo e superluxo somaram R$ 52,2 bilhões, correspondendo a 29,4% do valor negociado no mercado residencial, apesar de representarem 3,75% das vendas.
  • Região Sul se destaca, com Santa Catarina liderando em valor e em número de unidades; Florianópolis possui o metro quadrado mais caro entre as unidades negociadas.
  • A construção brasileira avança na industrialização, com 64,5% dos processos construtivos utilizando off-site, promovendo maior eficiência e padronização; a Bristol atua com perfuratrizes, rompedores e implementos para fundações.

O mercado imobiliário brasileiro registrou crescimento expressivo em 2025, impulsionando a construção civil e a demanda por máquinas mais eficientes. Segundo a Exame, o setor movimentou 264,2 bilhões de reais, com alta de 3,5% em relação a 2024. O número de lançamentos atingiu 453 mil unidades, avançando 10,6% no mesmo comparativo, conforme a CBIC.

As vendas de alto padrão, com imóveis de luxo a partir de 2 milhões de reais, somaram 52,2 bilhões, chegando a 29,4% do valor total negociado no mercado residencial, mesmo representando apenas 3,75% das transações. No conjunto, o desempenho do segmento favorece a indústria de equipamentos e insumos para construção.

A Bristol, fabricante de perfuratrizes, rompedores e implementos, comenta como a demanda por soluções mais robustas cresce para acompanhar os empreendimentos. O engenheiro André Abreu destaca a necessidade de maior eficiência, precisão e integração entre máquinas, especialmente em fundações. Esses requisitos elevam a produtividade e reduzem retrabalho no canteiro.

A pesquisa aponta a importância da modernização para a cadeia da construção. Uma parte relevante do setor depende de fundações bem executadas e de sistemas que se conectam a escavadeiras e guindastes, fortalecendo a mecanização de obras. Esse movimento envolve incorporadoras e fabricantes de equipamentos.

No Sul do país, o desempenho permanece dinâmico. Santa Catarina lidera em valor de venda e volume, com 14,4% de valorização e 8,5% de aumento no número de unidades comercializadas. Em Florianópolis, o metro quadrado aparece entre os mais caros entre as unidades negociadas, segundo a Exame e outlets do setor.

Dados da FGV IBRE indicam que 64,5% dos processos construtivos nacionais já utilizam métodos off-site, com vantagem expressiva para o segmento residencial, que representa 50,8% das obras desse tipo. O estudo reforça a tendência de construção industrializada, reduzindo tempo e variação de qualidade.

Para engenheiros e empresários, o crescimento do setor imobiliário favorece a inovação tecnológica. Máquinas com controle de torque, profundidade e diâmetro ganham precisão e compatibilidade com diferentes solos. A padronização facilita a repetição de desempenho em obras de maior escala, como condomínios.

A evolução do mercado evidencia uma transformação na forma de executar obras, com maior presença de equipamentos especializados e serviços industrializados. A tendência aponta para contínua expansão, qualidade e controle técnico como pilares do setor.

Mais informações podem ser obtidas com a Bristol, fabricante de perfuratrizes, rompedores e implementos, cujos produtos atendem a diferentes fases de obras e variados tipos de solo.

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