- Mobilidade urbana e infraestrutura afetam tempo de deslocamento, custos e experiência de colaboradores em viagens a trabalho, segundo a Live Viagens.
- Estudo da Fundação Getulio Vargas em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte aponta gargalo na mobilidade, com notas abaixo de 5,5 em 0 a 10 e mais de sessenta por cento da população classificando o transporte como ruim ou regular.
- O tempo de deslocamento é visto como crítico para a produtividade; planejamento inadequado gera atrasos, cansaço e estresse, enquanto logística bem estruturada aumenta previsibilidade.
- A eficiência das viagens envolve toda a jornada do colaborador, não apenas passagem e hospedagem, incluindo deslocamentos internos, tempo entre compromissos, acesso a aeroportos, custos indiretos e segurança.
- O setor de viagens corporativas continua em expansão: entre janeiro e novembro de 2025 o mercado movimentou R$ 12,7 bilhões, com serviços aéreos respondendo por 55% do faturamento e a hotelaria registrando crescimento de mais de 16% e 32,5% das despesas.
A mobilidade urbana e a evolução da infraestrutura de transportes passam a influir diretamente na gestão de viagens corporativas. Mudanças no acesso a aeroportos, linhas de trem e rotas alternativas podem reduzir ou ampliar tempos de deslocamento, custos e bem-estar dos colaboradores.
Um estudo da Fundação Getulio Vargas, feito em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, aponta que a mobilidade continua entre os principais gargalos das grandes cidades. Em média, as notas ficam abaixo de 5,5 numa escala de 0 a 10, com mais de 60% avaliando o transporte como ruim ou regular.
Para Thiago Marteletto, diretor da Live Viagens, acompanhar mudanças na mobilidade é essencial para a gestão de viagens. O texto destaca que alterações na infraestrutura elevam a previsibilidade, custos e eficiência logísticos, impactando a jornada do colaborador.
Ele enfatiza que trajetos antes considerados caros ou demorados podem deixar de ser a melhor opção, enquanto novas linhas de transporte podem gerar economia de tempo e dinheiro. A decisão estratégica passa pela atualização constante de rotas.
O tempo de deslocamento é visto como ingrediente crítico da produtividade. Planejamento adequado evita atrasos, ociosidade e estresse, proporcionando maior foco no objetivo profissional da viagem. A organização faz diferença na experiência do colaborador.
Na visão do executivo, a eficiência vai além da compra de passagens e hospedagem. Deslocamentos internos, tempo entre compromissos, acesso a aeroportos, opções de transporte, custos indiretos e segurança também devem ser considerados.
Crescimento das viagens corporativas
Dados do Ministério do Turismo, com base na Abracorp, indicam que o segmento movimentou 12,7 bilhões de reais entre janeiro e novembro de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024. As aéreas responderam por cerca de 55% do faturamento.
A hotelaria registrou avanço de mais de 16% em novembro de 2025, ganhando participação de 32,5% das despesas. Os números reforçam o papel estratégico das viagens de negócios no Brasil, em um mercado em expansão.
Marteletto recomenda tratar a logística como parte da estratégia da viagem, não apenas como etapa operacional. Acompanhamento de mudanças na mobilidade, revisão de rotas e avaliação de custos recorrentes são apontados como práticas-chave.
A Live Viagens se posiciona como parceira estratégica, orientando empresas na escolha de opções que privilegiem custo, tempo, segurança, conforto e produtividade. O foco é transformar informações de mercado em decisões efetivas.
Para mais informações, a empresa orienta clientes a considerar soluções que gerem valor real aos negócios, indo além da emissão de passagens e reserva de hospedagens. Fontes do setor mencionam dados do Ministério do Turismo e da Abracorp.
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