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Peso colombiano sobe com avanço da direita no 1º turno presidencial

Mercado reage com queda do dólar frente ao peso colombiano após o 1º turno, com sinais de normalização fiscal e políticas pró-mercado

Peso colombiano — Foto: Carlos Andrés Ruiz Palacio/Pixabay
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  • O peso colombiano se valorizou frente ao dólar nesta segunda, com o dólar em 3.627,90 pesos, queda de 1,40%.
  • Abelardo de la Espriella recebeu cerca de 43,7% dos votos no primeiro turno, contra 40,9% de Iván Cepeda, candidato apoiado pelo presidente Gustavo Petro.
  • O resultado surpreendeu as pesquisas, que estimavam o rival de Espriella em melhor posição na primeira votação.
  • O economista Dev Ashish disse que o cenário aumenta a probabilidade de política pró-mercado e ajuda a manter o humor positivo para ativos colombianos.
  • Os investidores destacam que a volatilidade pode seguir até o segundo turno, com influência de fatores externos como petróleo e condições financeiras internacionais.

O peso colombiano registrou forte valorização ante o dólar na manhã desta segunda-feira, após o 1º turno das eleições presidenciais no país. O movimento indica otimismo dos mercados com a possibilidade de normalização das políticas econômicas.

Os resultados mostraram Abelardo de la Espriella com 43,7% dos votos, contra 40,9% de Iván Cepeda, apoiado pelo presidente Gustavo Petro. O desempenho surpreendeu pesquisas de opinião que indicavam a esquerda na frente.

Às 11h (horário de Brasília), o dólar recuava 1,40% frente ao peso, negociado a 3.627,90. A moeda colombiana foi a de melhor desempenho entre os principais vistos na sessão.

Segundo o economista Dev Ashish, da Société Générale, o resultado amplia a probabilidade de uma mudança pró-mercado. A leitura é de curto prazo, ajudando ativos colombianos a ganharem fôlego.

A ideia geral de mercado é de que a normalização fiscal e a disciplina com a dívida passam a ser mais precificadas, reduzindo temores de afrouxamento fiscal e de riscos institucionais com uma administração de esquerda.

Ainda conforme Ashish, há espaço para nova reprecificação dos ativos, mesmo com volatilidade até o segundo turno. Fatores externos, como preços do petróleo e condições financeiras nos EUA, permanecem relevantes.

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