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Polícia bloqueia R$ 1,5 milhão e dezenas de bens de facção no RS

Operação no RS bloqueia R$ 1,5 milhão em contas e dez veículos, com 15 prisões, para desarticular rede de tráfico e interromper o fluxo financeiro

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  • A Polícia Civil deflagrou a Operação Do Pó ao Pó, em Júlio de Castilhos, para desarticular a estrutura financeira de uma organização ligada ao tráfico de drogas.
  • Foram bloqueados aproximadamente R$ 1,5 milhão em contas bancárias e sequestrados dez veículos dos suspeitos.
  • A operação mobilizou 91 policiais civis e resultou em quinze prisões em duas regiões do país.
  • O objetivo é descapitalizar o grupo para interromper o fluxo de capitais e enfraquecer a atividade ilícita, afirma o delegado Sérgio Luiz Rossi Júnior.
  • O Ministério Público e o Poder Judiciário apoiaram as ações, que visam identificar responsáveis pelo financiamento e pela lavagem de dinheiro.

A Polícia Civil deflagrou a Operação Do Pó ao Pó na manhã desta sexta-feira (29) com o objetivo de desarticular a estrutura financeira de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas. A ação foi coordenada pela Delegacia de Júlio de Castilhos, no Rio Grande do Sul, e envolve o bloqueio de aproximadamente R$ 1,5 milhão em contas.

Ao todo, 91 policiais civis cumpriram ordens judiciais que visam a desestruturar a base patrimonial do grupo e enfraquecer o tráfico na região. Além do congelamento de ativos, a Justiça determinou o sequestro de 10 veículos automotores pertencentes aos suspeitos. Quinze pessoas foram presas durante as diligências.

Segundo o delegado Sérgio Luiz Rossi Júnior, titular da delegacia, a descapitalização do grupo é essencial para interromper o fluxo de capitais. A ação contou com apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário, órgãos que aprovaram as medidas cautelares e patrimoniais.

O diretor da 3ª Delegacia Regional do Interior, Sandro Meinerz, afirmou que enfrentar o crime organizado exige ações firmes contra o patrimônio das redes de tráfico. A polícia informou que os materiais coletados auxiliarão na identificação dos responsáveis pelo financiamento e pela lavagem de dinheiro.

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