- A coluna afirma que Porsche e Rolex viraram símbolos de ostentação na Faria Lima, usados por quem quer parecer poderoso, mas nem sempre comunica poder real.
- Diz que, hoje, o luxo que mais cresce é o quiet luxury, o luxo silencioso, sem logos ou exibicionismo.
- Cita exemplos de figuras como Mark Zuckerberg e Steve Jobs para mostrar que roupas simples ou hábitos podem falar mais do que itens de status.
- Consta que quem insiste em impressionar com Porsche e Rolex costuma comunicar apenas a necessidade de parecer vitorioso.
- O texto é assinado por Fabrizio Gueratto, com informações sobre a carreira do colunista e nota de responsabilidade pelas opiniões.
A coluna de Fabrizio Gueratto analisa uma mudança no comportamento de consumo de luxo na região da Faria Lima, em São Paulo. Segundo ele, técnicas de ostentação com Porsche e Rolex perderam efeito de poder e passaram a soar como busca de validação.
O texto aponta que carros esportivos e relógios de grife, antes símbolos de exclusividade, aparecem hoje como itens comuns entre o que o autor chama de novo rico. O objetivo seria comunicar triunfo, ainda que de forma questionável.
O movimento descrito indica queda de significado de símbolos tradicionais entre certos perfis de compradores. Gueratto afirma que o mercado valoriza agora o que denomina luxury quiet, ou luxo discreto, sem logos aparentes.
De acordo com a coluna, há uma mudança de percepção: quem construiu riqueza de modo relevante não depende de acessórios ostensivos para comunicar status. Referências a figuras como Mark Zuckerberg e Steve Jobs servem para ilustrar o ponto.
Em síntese, a história ressalta que a ostentação com Porsche e Rolex pode ter efeito contrário ao desejado, transmitindo necessidade de provar vitória contínua, em vez de poder consolidado.
Contexto e desdobramentos
A análise situa a discussão no eixo entre símbolos de alto valor e a ascensão do luxo sem exibicionismo, que ganha espaço entre consumidores e marcas de luxo.
Impressões públicas
Especialista reforça a ideia de que o comportamento de consumo atual valoriza discrição e sinalizações menos visíveis de riqueza, frente a modelos de aquisição anteriores.
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