- A AD Ports Group, de Abu Dhabi, fechou acordo para adquirir participação de controle na Corredor Logística e Infraestrutura (CLI) por US$ 835 milhões, marcando a entrada da empresa no Brasil.
- A CLI é uma plataforma logística portuária que atua nos portos de Itaqui, no Maranhão, e de Santos, em São Paulo.
- A CLI permanece sob propriedade dividida entre IG4 Capital (private equity) e Macquarie Asset Management (inicialmente fundos de infraestrutura), com as duas partes vendedores na operação.
- A transação depende de aprovações regulatórias e antitruste.
- Histórico relevante: IG4 adquiriu a CLI em 2020 por US$ 240 milhões, e a Macquarie passou a controlar junto em 2022 para financiar terminais de grãos e açúcar em Santos; assessorias foram feitas por Citi (Macquarie/IG4) e BTG Pactual (AD Ports).
A AD Ports Group, de Abu Dhabi, fechou acordo definitivo para adquirir participação de controle na CLI, por US$ 835 milhões. A operação marca a entrada da empresa em solo brasileiro, com a CLI atuando nos portos de Itaqui (MA) e Santos (SP). A transação depende de aprovações regulatórias e antitruste.
A CLI é gerida atualmente por um acordo entre IG4 Capital e Macquarie Asset Management, ambos com fatias iguais. Os dois fundos são os vendedores na operação, conforme anunciam as partes.
A operação tem como objetivo financiar a próxima fase de crescimento da CLI, segundo as partes envolvidas. A IG4 comprou a empresa em 2020, por US$ 240 milhões, durante uma reestruturação. A Macquarie tornou-se acionista controlador em 2022 para financiar terminais em Santos.
O Citi assessorou a Macquarie e a IG4, enquanto o BTG Pactual assessorou a AD Ports. A aquisição aguarda aprovações regulatórias, incluindo antitruste, para seguir adiante.
Sobre a CLI
A CLI opera terminais nos portos de Itaqui e Santos, oferecendo plataforma logística portuária independente. A empresa já investe em terminais de grãos e açúcar em Santos desde 2022, ampliando a rede de infraestrutura da região.
Implicações do acordo
A entrada da AD Ports no Brasil visa ampliar captação de investimentos para expansão da CLI. A conclusão depende de avaliações regulatórias e de compatibilidade com regras locais de concorrência.
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