- China reconheceu oficialmente o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação.
- A decisão amplia as oportunidades de exportação de proteína animal e fortalece o acesso brasileiro ao maior mercado do agronegócio.
- O anúncio ocorreu durante a visita à China, com declarações do ministro da Agricultura e Pecuária, Mauro Vieira, e do ministro de Relações Exteriores André de Paula.
- O secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, destacou que o reconhecimento facilita discussões técnicas e a diversificação do portfólio exportado.
- A China foi o principal destino das exportações do setor, com mais de US$ 50 bilhões comprados em 2025; a ABPA aponta ganho de credibilidade sanitária e potencial de expansão.
O Ministério da Agricultura informou que a China reconheceu o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação. A medida pode abrir oportunidades para exportações de proteína animal e ampliar o acesso de produtos agropecuários ao maior mercado do setor no mundo.
O anúncio ocorreu após o Brasil apresentar requerimentos e dados técnicos durante a missão à China. O ministro da Agricultura, Mauro Vieira, participou da divulgação, destacando que a decisão foi obtida em reuniões com autoridades chinesas.
Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária, ressaltou que o reconhecimento facilita discussões técnicas sobre cadeias bovina e suína. A meta é diversificar o portfólio exportado e fortalecer o desempenho econômico dessas atividades.
Essa mudança ocorre um ano depois da OMSA reconhecer o Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação. O status coloca o Brasil em posição favorável para ampliar negócios com a China, principal destino das exportações agropecuárias nacionais.
Para a ABPA, a medida reforça a credibilidade sanitária do país. O presidente Ricardo Santin afirma que o reconhecimento consolida a confiança entre Brasil e China e abre espaço para expansão sustentável do comércio.
Impacto nas exportações
A China foi o destino de mais de US$ 50 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro em 2025. A mudança sanitária pode ampliar lotes e diversificar produtos enviados ao mercado chinês.
Especialistas apontam que o reconhecimento facilita acordos técnicos e licenças para novos itens, além de ampliar a participação brasileira em cadeias bovina e suína. O efeito esperado é maior previsibilidade para exportadores.
Embora o status seja um marco, autoridades brasileiras apontam que a validação depende de manutenção de práticas sanitárias e controle de risco. O objetivo é manter a certificação e evitar retrocessos.
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