- A Fecomércio MG se reuniu com o governador Romeu Zema, o deputado Flávio Bolsonaro e o deputado Reginaldo Lopes para discutir uma alternativa à escala 6×1.
- A federação apresentou o modelo THDG — Trabalho por Hora com Direitos Garantidos — que busca flexibilidade para as empresas e proteção aos trabalhadores.
- O THDG prevê jornadas flexíveis com pagamento proporcional ao tempo trabalhado, mantendo direitos trabalhistas e previdenciários.
- O governador afirmou que a proposta será avaliada com as secretarias e órgãos envolvidos para chegar a uma solução benéfica a todos.
- A reunião contou com a participação de representantes do setor produtivo e de entidades sindicais, que discutiram a viabilidade da proposta.
A Fecomércio MG apresentou uma alternativa para substituir a escala 6×1 na indústria do setor. A proposta foi apresentada durante reunião nesta quarta-feira, 2 de Minas Gerais, com participação do governador Romeu Zema, do deputado federal Flávio Bolsonaro e do deputado estadual Reginaldo Lopes. O objetivo é conciliar flexibilidade de trabalho com direitos assegurados aos trabalhadores.
Segundo a Fecomércio MG, o modelo chamado THDG — Trabalho por Hora com Direitos Garantidos — pode flexibilizar jornadas, com remuneração proporcional ao tempo efetivo, sem perder direitos trabalhistas e previdenciários. A instituição afirma que a ideia é atender às necessidades do setor produtivo sem abrir mão de proteções aos trabalhadores.
Zema sinalizou que a proposta será avaliada junto às secretarias de Estado e demais órgãos competentes. O governador ressaltou a necessidade de uma solução que beneficie todos os atores envolvidos, incluindo empregadores e empregados. Flávio Bolsonaro elogiou a iniciativa e destacou o potencial de geração de empregos. Reginaldo Lopes também ressaltou o interesse em discutir o tema com cuidado.
Sobre o THDG
A proposta, desenvolvida pela Fecomércio MG, prevê jornadas flexíveis com pagamento proporcional ao tempo trabalhado, mantendo direitos trabalhistas e previdenciários. Representantes do setor produtivo e de entidades sindicais participaram da discussão para mapear aplicações práticas da alternativa.
A execução dependerá de debates com órgãos estaduais e da avaliação de impactos setoriais. A Fecomércio MG informou que continuará o diálogo com trabalhadores, sindicatos e governo para aperfeiçoar a proposta. Não houve anúncio de implementação imediata ou cronograma.
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