- A USTR divulgou proposta de impor tarifas de 25% sobre todas as importações brasileiras, usando a Seção 301.
- A Fiesp disse ter “profunda preocupação” com a medida e seu possível impacto nas relações comerciais bilaterais.
- A avaliação aponta que as tarifas podem prejudicar a competitividade brasileira.
- A decisão final deve sair em julho, segundo o indicativo da proposta.
- A Fiesp afirmou estar disposta a colaborar com as autoridades e a trabalhar para reverter ou mitigar os efeitos.
A Fiesp expressou profunda preocupação com uma proposta publicada pela USTR, a Representante Comercial dos Estados Unidos, na segunda-feira à noite. A informação foi divulgada pela entidade nesta terça, em comunicado à imprensa.
Segundo o documento divulgado pela USTR, a medida envolve a imposição de tarifas de 25% sobre todas as importações brasileiras, com base em ações sujeitas à Seção 301. A decisão seguiria uma avaliação de retaliação comercial.
A Fiesp afirma que a proposta pode provocar impactos negativos nas relações comerciais entre Brasil e EUA e reduzir a competitividade brasileira no mercado internacional. A entidade ressalta a necessidade de atuação rápida do governo brasileiro para evitar prejuízos às exportações, com a decisão final prevista para julho.
Paulo Skaf, presidente da Fiesp, enfatiza a importância de diplomacia e cooperação com as autoridades para reverter as medidas propostas ou mitigar seus efeitos. A instituição também reiterou o compromisso de colaborar com o governo nesse processo.
Ainda não há confirmação sobre as etapas formais a serem adotadas pelo Brasil para contestar a proposta, nem sobre a possível timeline de eventuais negociações. A notícia segue sob acompanhamento, com expectativa sobre desdobramentos futuros e impactos setoriais.
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