- Governo brasileiro e empresários esperam que o relatório com novas tarifas seja divulgado até esta quarta-feira (3).
- O texto novo envolve investigações da Seção 301 que apuram importação de produtos feitos com trabalho forçado, com 60 países como alvos.
- Mesmo com outros países afetados, a avaliação interna é de que o Brasil fica mais prejudicado pela tarifa de 25% já anunciada.
- Nesta terça-feira (2), os EUA concluíram a investigação da Seção 301 contra o Brasil e propuseram tarifa de 25% sobre bens importados; a decisão não é definitiva.
O governo brasileiro espera que os Estados Unidos anunciem novas tarifas ainda nesta semana. A previsão é de que o relatório da seção 301 seja divulgado até quarta-feira, 3 de junho. A avaliação é que o documento trará medidas adicionais contra o Brasil.
O documento envolve uma investigação do Escritório de Comércio dos EUA, o USTR, e amplia a lista com 60 países. A novidade é que a apuração agora foca na importação de produtos produzidos com trabalho forçado.
Mesmo com a extensão para outros países, a percepção do setor empresarial é de que o Brasil deverá sofrer mais com as tarifas já anunciadas, no patamar de 25%.
Nesta terça-feira, 2 de junho, os EUA concluíram a avaliação da seção 301 contra o Brasil e propuseram nova tarifa de 25% sobre bens importados. O governo norte-americano acusou o Brasil de práticas comerciais injustas, mas a decisão ainda não é definitiva.
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