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Häagen-Dazs vende operações na China a grupo de investimento ligado ao chá

General Mills vende Häagen-Dazs na China a grupo ligado à Ningji; licenciamento exclusivo da marca fica com o comprador, enquanto GM mantém varejo

Helados de Häagen-Dazs.
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  • A General Mills concordou em vender as lojas Häagen-Dazs na China para um grupo de investidores liderado pela marca local de chá Ningji, que opera mais de três mil pontos de venda de chá de alto padrão no país.
  • A licença para usar a marca Häagen-Dazs nas gelaterias e lojas de souvenirs na China continental ficará com o novo grupo comprador, enquanto a General Mills continuará a gerenciar as operações varejistas e de restauração das Häagen-Dazs.
  • A operação deve ser concluída neste ano, sujeita a aprovações regulatórias e demais condições de fechamento; os termos financeiros não foram divulgados.
  • A Ningji, além de lojas de chá, está ligada a um grupo com presença crescente no setor de bebidas e consumo na China.
  • A transação ocorre em meio a movimentos de empresas ocidentais reavaliarem ativos na China, com ganhos de eficiência e parcerias locais como foco.

General Mills vende Häagen-Dazs na China para grupo de investidores ligado à Ningji, marca de chá em rápido crescimento no país. A operação envolve a licença exclusiva para uso da marca Häagen-Dazs em sorvetes e lojas de lembranças na China continental.

A transação prevê que a General Mills mantenha a propriedade e gerencie as operações de varejo e de restauração das lojas Häagen-Dazs, enquanto cede a licença de uso da marca ao comprador. O acordo depende de aprovações regulatórias e outras condições de fechamento.

Ningji é proprietário de uma rede de mais de 3.000 lojas de chá premium na China, segundo o comunicado. Bloomberg informou, no ano passado, que a General Mills avaliava vender as lojas na China por centenas de milhões de dólares.

A operação acompanha um movimento de empresas estrangeiras que repensam presença na maior economia emergente. Em abril, a Starbucks vendeu participação majoritária de seu negócio chinês a Boyu Capital, por cerca de 4 bilhões de dólares.

Citigroup atua como assessor financeiro exclusivo da General Mills, enquanto Herbert Smith Freehills Kramer Global assessora juridicamente. O fechamento ainda depende de aprovações regulatórias e condições de conclusão.

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