- Felipe Soares, diretor técnico da AZ Construções, defende enxergar a obra como ativo de investimento e construção de patrimônio, não apenas como execução.
- A visão acompanha uma mudança de mercado, com foco em renda passiva, valorização imobiliária e ativos de segurança patrimonial.
- A AZ Construções lidera um ecossistema que conecta construtores, investidores, capital e execução, aproximando quem constrói de quem investe.
- O lucro vem da inteligência operacional e financeira: compra de terreno, planejamento, execução e valorização do imóvel ao longo do tempo.
- O livro Engenharia da Riqueza, best-seller em menos de doze horas, impulsiona a ideia de uma nova geração de construtores investidores, com mais de onze mil alunos formados pela empresa.
Felipe Soares, empresário e diretor técnico da AZ Construções, apresenta uma nova visão para o setor: a obra deve ser encarada como ativo de investimento e geração de patrimônio, não apenas como entrega técnica.
A proposta envolve um ecossistema que aproxima construtores, investidores e capital, rompendo a distância entre quem constrói e quem investe. O foco é compreender viabilidade, retorno e valorização ao longo do tempo.
Segundo o posicionamento, o lucro real está na gestão da operação, desde a compra do terreno até a comercialização, passando pela execução e posicionamento de mercado. Quando bem estruturada, a obra gera valor patrimonial e renda futura.
O conceito ganha apoio em publicações e prática de mercado. O livro Engenharia da Riqueza virou best-seller rapidamente, reforçando a aproximação entre construção civil, investimento e inteligência financeira. A AZ Construções já formou mais de 11 mil alunos.
Entre na conversa da comunidade