- A Firjan informou, em nota, preocupação com a decisão preliminar do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de recomendar a imposição de tarifa adicional de 25% sobre as exportações brasileiras.
- A medida pode ocorrer no âmbito das investigações da Seção 301 e valer para todos os bens do Brasil, com isenções para 1.690 linhas tarifárias e para produtos incluídos na Seção 232.
- A Firjan participou da investigação junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI) e outras entidades, defendendo negociações objetivas para proteger indústria, investimentos e relações Brasil–EUA.
- O texto destaca que, mesmo sem efeito imediato, a decisão aumenta a imprevisibilidade no relacionamento com os Estados Unidos, impactando investimentos, empregos e renda.
- A entidade reforçou a importância do diálogo técnico entre governos, com participação do setor empresarial, para a retomada das negociações e da estabilidade bilateral.
A Firjan manifestou preocupação com a decisão preliminar do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) de recomendar a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre as exportações brasileiras. A medida faz parte das investigações da Seção 301 e pode abranger todos os bens do Brasil, com exceções em 1.690 linhas tarifárias e para produtos englobados pela Seção 232.
A entidade afirma que a tarifa pode aumentar a imprevisibilidade no relacionamento comercial entre Brasil e Estados Unidos, afetando investimentos, empregos e renda em ambos os países. A nota ressalta que a Firjan participa do processo junto à CNI e a outros representantes setoriais.
A liderança da Firjan destacou a necessidade de negociações objetivas para defender a indústria brasileira e o diálogo técnico entre governos, com participação do setor privado. O objetivo é garantir convivência de regras estáveis, competição justa e práticas responsáveis do comércio internacional.
Diálogo técnico e proximidade com o governo
A Firjan reforçou a importância de retomar as negociações com foco em resultados para o setor produtivo. A entidade defende que o diálogo entre Brasil e EUA seja ágil, com participação empresarial, para reduzir a incerteza e preservar o ambiente de investimentos.
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