Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Operação cumpre mandados contra esquema de lavagem de dinheiro do CV

Operação desarticula esquema de lavagem do Comando Vermelho; mais de R$ 116 milhões movimentados entre 2020 e 2025, com depósitos fracionados ligando Rio a Sete Quedas.

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • MP-RJ e MP-MS deflagraram a Operação Riqueza Sombria para desarticular quadrilha que lavava dinheiro para o Comando Vermelho; 18 mandados de busca e apreensão foram cumpridos com apoio da Polícia Civil.
  • Grupo movimentou mais de R$ 116 milhões entre 2020 e 2025, segundo o Gaeco do MP-RJ.
  • Depósitos fracionados ocorreram em agências próximas ao Complexo do Chapadão, na zona norte do Rio, com beneficiários em Sete Quedas, fronteira com o Paraguai.
  • As movimentações envolviam a venda de entorpecentes no Rio de Janeiro, pulverizadas em depósitos em espécie e direcionadas a pessoas físicas e empresas de fachada, usadas como “laranjas”.
  • A origem da investigação remonta à operação de julho de 2020, na Comunidade do Tatão, Anchieta; drogas, rádios, simulacro de arma e comprovantes bancários foram apreendidos.

A partir de ações conjuntas dos Ministérios Públicos do Rio de Janeiro e de Mato Grosso do Sul, foi deflagrada a Operação Riqueza Sombria nesta terça-feira (2). O objetivo é desarticular quadrilha que lavava dinheiro para o Comando Vermelho, no RJ e na região de fronteira com o Paraguai.

Segundo o Gaeco do MP-RJ, o grupo movimentou mais de R$ 116 milhões entre 2020 e 2025. As informações vêm de Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf usados na investigação.

As apurações apontam depósitos fracionados, em agências próximas a áreas dominadas pelo CV, particularmente no Complexo do Chapadão, no RJ. Beneficiários seriam residentes em Sete Quedas, fronteira com o Paraguai.

A operação mostrou uso de técnica de “smurfing” para dificultar o rastreamento. Valores provenientes da venda de entorpecentes eram pulverizados em depósitos a pessoas físicas e empresas de fachada, conhecidos como laranjas, e depois reinseridos no sistema financeiro.

Ao todo, a Justiça expediu 18 mandados de busca e apreensão, cumpridos com apoio da Polícia Civil. A investigação teve origem em julho de 2020, na Comunidade do Tatão, em Anchieta, Zona Norte do Rio, onde houve apreensões de drogas, rádios, simulacro e comprovantes bancários.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais