- O governo dos Estados Unidos propôs uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com exceções já previstas.
- A lista preliminar do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) isenta alimentos, itens agrícolas e insumos estratégicos.
- Entre os itens isentos estão carnes, frutas, café, chá, especiarias, cereais, sementes, frutos oleaginosos, plantas industriais e medicinais, além de palhas e forragens.
- Também ficam fora da sobretaxa minerais estratégicos, terras raras, aeronaves e peças aeronáuticas, bem como insumos químicos orgânicos, medicamentos e fertilizantes.
- A proposta depende de consultas públicas e audiências, com decisão final prevista para após o prazo legal que se encerra em julho.
O governo dos Estados Unidos propõe uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, em uma provável lista de retalição comercial. A proposta vem após uma investigação do USTR e pode afetar diversas áreas da economia brasileira. No entanto, já há uma lista preliminar com exceções para itens estratégicos.
Entre as exceções, estariam alimentos e produtos agrícolas, além de aeronaves e insumos considerados estratégicos para a economia norte-americana. Materiais informativos e doações também ficariam isentos das tarifas adicionais. Uma lista de produtos agrícolas e matérias-primas também seria preservada.
Segundo o USTR, específicos alimentos ficariam fora da cobrança, incluindo carnes, frutas, café, chá, especiarias, cereais, sementes e frutos oleaginosos, bem como plantas industriais e medicinais. Minerais estratégicos e terras raras também receberiam isenção.
O setor aeronáutico brasileiro não poderia ser atingido pela tarifa para aeronaves e peças. Produtos químicos orgânicos, medicamentos e fertilizantes também estariam livres do novo imposto, para evitar impactos em cadeias produtivas dependentes de insumos importados.
A proposta de exceções faz parte de um pacote que analisou práticas brasileiras em várias áreas, como comércio digital, propriedade intelectual, combate à corrupção, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. O texto final seguirá para consultas públicas e audiências, com decisão prevista para julho.
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