Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Restaurantes acompanham impactos da pressão dos EUA sobre o Pix

ANR acompanha questionamentos dos EUA ao Pix e alerta que eventuais mudanças tarifárias podem elevar custos operacionais e pressionar margens no setor

— Foto: Jay Wennington/Unsplash
0:00
Carregando...
0:00
  • A Associação Nacional de Restaurantes acompanha questionamentos dos EUA sobre o Pix no Brasil, no contexto das novas discussões tarifárias entre os dois países.
  • A entidade afirma ter interesse direto na preservação do modelo atual, que simplifica transações e aumenta a eficiência dos negócios.
  • Segundo a ANR, o Pix reduziu custos de transação em relação aos meios tradicionais; se as operações fossem feitas por cartão, poderia haver taxas de cerca de 3% por transação.
  • O setor de alimentação fora do lar está mais preocupado com a estabilidade do sistema de pagamentos do que com impactos diretos de importação, e não há atuação institucional ainda junto ao Banco Central.
  • A ANR acompanha o tema com atenção, destacando o contexto diplomático e comercial, sem intervenção direta de órgãos governamentais até o momento.

A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) acompanha com atenção os questionamentos dos Estados Unidos sobre o funcionamento do Pix no Brasil, em meio às novas discussões tarifárias entre os dois países. A entidade que representa o setor de alimentação fora do lar vê o tema com preocupação, por impactos potenciais nos custos operacionais.

Segundo Fernando Blower, presidente executivo da ANR, o Pix é visto como ferramenta essencial para a rotina dos estabelecimentos. Ele aponta que a adoção ganhou impulso entre restaurantes de diferentes portes, trazendo praticidade para consumidores e maior eficiência para os negócios.

A ANR destaca que o custo de transação é o foco central da análise. A instituição afirma que o Pix reduziu custos em comparação aos pagamentos tradicionais e que, se as operações fossem feitas por cartão, as transações poderiam ter taxas próximas de 3%.

A entidade afirma que o setor tem interesse direto na preservação do modelo atual, que simplifica transações e aumenta a eficiência. A expectativa é manter a estabilidade do sistema de pagamentos brasileiro.

Apesar de o setor ter baixa exposição a componentes importados dos EUA, a ANR ressalta que a discussão está no campo diplomático e comercial. No momento, não há atuação institucional direta junto ao Banco Central.

A ANR informou que acompanha o tema com atenção, mas não vê momento para atuação específica junto a órgãos governamentais. A posição é de monitoramento e avaliação contínua do cenário tarifário entre Brasil e EUA.

Foto: Jay Wennington/Unsplash

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais