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Supermercados do Reino Unido devem ampliar compras, aponta estudo

Consolidação entre grandes redes britânicas pode revelar saída para a Asda, com private equity perto da venda após fusões recentes.

The UK supermarket business is ripe for consolidation.
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  • Há quase uma década, a Sainsbury plc tentou comprar a Asda, em uma operação avaliada em £ sete bilhões e trezentos milhões, que não foi aprovada.
  • A ideia de reunir grandes redes britânicas pode voltar a surgir como opção entre as companhias do setor.
  • A Asda está sob controle de TDR Capital e Issa Brothers desde 2021, avaliada em £ seis bilhões e oitocentos milhões.
  • O empresário Zuber não detém mais participação na Asda desde 2024, quando vendeu para a TDR.
  • A Clayton, Dubilier & Rice comprou a Morrison Supermarkets (WM Morrison) por quase £ dez bilhões, incluindo dívida, sinalizando um patamar de saída para o setor de private equity.

It’s nearly a decade since J Sainsbury Plc tentou comprar Asda, então controlada pela Walmart. A proposta de £7,3 bilhões correu em 2018, mas não se concretizou. A ideia de fusões entre grandes varejistas britânicos volta a ganhar espaço.

A utilidade de vender a Asda aos concorrentes aparece como saída para os atuais proprietários. A TDR Capital e os Irmãos Issa adquiriram a maioria da Asda em 2021, avaliando a operação em £6,8 bilhões. Mohsin Issa continua com 22,5% da participação; Zuber saiu em 2024.

Paralelamente, Clayton, Dubilier & Rice comprou a WM Morrison Supermarkets por quase £10 bilhões, incluindo dívida, em um movimento próximo. Esse cenário indica que o capital privado pode buscar novas opções de saída no setor.

A ideia de uma consolidação entre varejistas britânicos tem sido debatida entre analistas. A fusão ou aquisição entre grandes redes pode redefinir participação de mercado, cadeias de suprimentos e estratégias de preços no curto prazo.

Entre os fatores que impulsionam o debate estão a necessidade de escala, investimentos em tecnologia e mudanças no comportamento do consumidor. A pressão regulatória pode influenciar a viabilidade de grandes operações.

Fontes de mercado apontam que privadas equity já avaliaram termos e impactos de futuras transações. O timing de eventuais negócios depende de condições competitivas, regulatórias e de alavancagem financeira.

Especialistas ressaltam que, apesar do interesse, ainda não houve anúncio oficial de planos concretos. As discussões, se existirem, podem evoluir com novas sondagens de ativos e avaliações de sinergias.

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