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Vendas de ativos do BoE elevam custos de empréstimos no Reino Unido, aponta estudo

Vendas de ativos do Banco da Inglaterra elevam custos de empréstimos no Reino Unido em até 40 pontos-base, aponta estudo interno

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  • O Banco da Inglaterra afirma que as vendas de ativos elevaram os custos de endividamento do Reino Unido em quase meio ponto percentual.
  • Segundo a equipe do banco, houve um pico de cerca de 40 pontos-base nos rendimentos devido ao aperto quantitativo.
  • O aperto quantitativo reduziu o estoque de gilts para 875 bilhões de libras, adquiridos entre 2009 e 2021 para sustentar a economia.
  • O estudo indica que esse efeito aumenta a pressão sobre as finanças do governo britânico.

O Banco da Inglaterra afirma que a venda de ativos, realizada pelo próprio banco, elevou os custos de empréstimo no Reino Unido. Segundo análise de funcionários da instituição, o aperto quantitativo coinciding com esse movimento teria aumentado as remunerações dos títulos públicos.

O estudo aponta que o impacto máximo nas taxas ficou em cerca de 40 pontos-base (0,40 ponto percentual). Esse efeito aparece como parte do processo de redução da carteira de gilts. A posição de execução era manter a economia estável entre 2009 e 2021.

Os números indicam que a margem de tesouraria britânica enfrentou pressões adicionais devido à redução gradual dos ativos. O relatório detalha como o aperto monetário contribuiu para elevar o custo de tomada de crédito no país.

A análise não confirma impactos específicos sobre setores ou famílias, mas descreve o efeito agregado no custo de financiamento do governo. A divulgação reforça o papel do aperto quantitativo na política de gestão de dívida pública.

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