- O presidente da Febraban, Isaac Sidney Menezes Ferreira, disse que o ataque dos EUA ao Pix é resultado de um mal-entendido sobre o funcionamento do sistema.
- Sidney afirmou que os EUA devem ter recebido informações incompletas sobre o Pix e que não há problema de competição, pois o sistema é regulado e supervisionado.
- O executivo ressaltou que o Pix ajudou a incluir muitas pessoas e empresas no sistema financeiro, sem excluir outras formas de pagamento.
- Ele afirmou que os bancos encaram as críticas com tranquilidade e que esperam esclarecimentos do governo brasileiro, do Banco Central e do setor financeiro para evitar prejuízos ao Pix.
- A entrevista aconteceu após a participação em plenária no Fórum de Lisboa, evento internacional conduzido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes; a jornalista viajou a convite da CNseg.
O presidente da Febraban, Isaac Sidney Menezes Ferreira, afirmou a jornalistas que o ataque dos Estados Unidos ao Pix resulta de um mal-entendido sobre o funcionamento do sistema de pagamentos brasileiro. Ele informou que o governo americano provavelmente recebeu informações incompletas.
Sidney explicou que o Pix não é anticompetitivo nem impede o uso de outras ferramentas de pagamento. Segundo ele, o sistema está regulado e supervisionado, sem favorecer o Pix em detrimento de alternativas.
Ainda de acordo com o executivo, os bancos encararam as críticas dos EUA com tranquilidade e esperam esclarecimentos oficiais. A expectativa é que o governo brasileiro, o Banco Central e o setor financeiro forneçam informações para evitar impactos no Pix.
Contexto internacional e evento em Lisboa
O presidente da Febraban participou de uma plenária no Fórum de Lisboa, encontro anual sobre direito e atualidades promovido em parceria com o ministro do STF Gilmar Mendes. O evento recebeu o apelido de Gilmarpalooza pelo destaque do debate. A jornalista esteve presente a convite da CNseg.
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