- O dólar abriu em alta nesta quarta-feira, 3, subindo 0,45% e chegando a R$ 5,033; o DXY (índice do dólar ante moedas fortes) avança 0,20%.
- Novos episódios de tensão entre Estados Unidos e Irã aumentam a aversão a riscos nos mercados.
- Ta rifa dos EUA sobre o Brasil permanece em foco, com propostas de tarifas — 25% em diversos produtos brasileiros — e estudo que sugere 12,5% por uso de trabalho forçado.
- O Irã avalia uma proposta de acordo com os Estados Unidos para encerrar o conflito que dura mais de três meses, segundo a agência Mehr.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã concordou em não possuir armas nucleares e citou possibilidade de encontro com o líder supremo, se as negociações progredirem.
O dólar abriu em alta nesta quarta-feira (3), diante de tensões entre Washington e Teerã e da atenção às tarifas dos EUA sobre o Brasil. Os agentes seguem atentos aos desdobramentos no Irã e ao avanço de propostas comerciais. O pregão matutino mostra o apetite de risco pressionado.
Por volta das 9h50, a moeda norte-americana subia 0,45%, cotada a R$ 5,033. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, avançava 0,20%. O ambiente externo continua volátil, com notícias conflitantes sobre o conflito regional.
Desdobramentos no Irã
Nesta terça, os EUA disseram ter atacado um navio-tanque ligado ao Irã, enquanto o Irã lançou mísseis contra o Kuwait e o Bahrein, sem atingir seus alvos segundo fontes militares. A região permanece sob alerta e risco de novas ações.
Tarifas e negociações
Ainda nesta terça, o governo americano apresentou propostas de tarifas sobre produtos brasileiros, incluindo uma taxa de 25%. O governo iraniano, segundo a agência Mehr, avaliava uma possível aceitação de acordo para encerrar o conflito, em clima de desconfiança histórica com os EUA.
Perspectivas e cenário local
Na terça, o dólar fechou em queda de 0,22%, para R$ 5,009, enquanto a bolsa fechou em alta de 1,16%, aos 174.197 pontos. O mercado acompanha a avaliação de um possível acordo entre EUA e Irã e os impactos comerciais brasileiros no curto prazo.
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