- O estresse significativo no mercado de juros apagou os cortes na Selic precificados na curva, refletindo-se nas projeções.
- Os juros futuros voltaram a subir, atingindo as máximas do ano.
- O BTG Pactual iniciou revisões de cenário, passando a considerar um ciclo de cortes bem mais raso.
- Economistas de mercado passaram a ver espaço para a Selic cair, no máximo, até 14%.
- As mudanças indicam um cenário de menor flexibilidade monetária esperada para o curto prazo.
O estresse no mercado de juros ganhou força nos últimos dias, refletindo mudanças nas projeções da Selic. Os futuros da taxa atingiram as máximas do ano, sinalizando menor espaço para cortes.
O envolvimento principal envolve o BTG Pactual, que, na última rodada de negociações, iniciou revisões de cenário sobre o ciclo de cortes. A instituição passou a considerar um caminho de flexibilização monetária mais curto.
Economistas de mercado passaram a enxergar a Selic em trajetória mais contida, com avaliações de quedas mais limitadas diante do atual clima de restrição financeira no Brasil.
Projeções e cenários
A leitura mais atual aponta que a Selic poderia recuar apenas até, no máximo, 14%. Esse patamar refletem ajustes nas expectativas de policy makers e de investidores diante da volatilidade recente.
O movimento impacta a curva de juros da renda fixa brasileira, com impactos diretos sobre investimentos, custo de financiamento e condições de crédito para famílias e empresas no Brasil.
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