- A pesquisa da HUG indica que o trabalho freelancer e PJ avança no Brasil, impulsionado pelo desemprego e pela busca por novas formas de renda.
- Metade dos freelancers começou por necessidade e continua atuando nesse modelo.
- Outros 20,4% também entraram por necessidade e hoje permanecem nesse formato por escolha; poucos planejaram a migração desde o começo.
- A imprevisibilidade financeira é apontada como principal desafio, com muitos freelancers enfrentando instabilidade.
- A líder da HUG reforça a necessidade de uma estrutura mais robusta para empresas e trabalhadores acompanharem esse movimento.
O trabalho freelancer avança no Brasil impulsionado pelo desemprego, segundo pesquisa da empresa HUG. O estudo aponta que metade dos freelancers atua por necessidade, e que 74% enfrentam instabilidade financeira.
A pesquisa mostra que muitos ingressaram no formato freelancer ou PJ por falta de alternativas no mercado formal. A flexibilidade é citada, mas a realidade de entrada muitas vezes foi forçada pela situação econômica.
Metade dos entrevistados afirma ter começado por necessidade e permanece nesse modelo. Outros 20,4% entraram por necessidade e hoje atuam por escolha. Apenas uma parcela menor planejou a migração desde o início da carreira.
Implicações para o mercado
Para Gustavo Loureiro Gomes, fundador e CEO da HUG, o crescimento exige estrutura sólida para empresas e trabalhadores, além de mecanismos que reduzam a percepção de instabilidade. A tendência é de consolidação gradual do modelo.
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