- Trabalhadores de várias indústrias adotam ferramentas de IA rapidamente, mas o impacto na produtividade é variado e nem sempre claro.
- O estudo aponta que 74% dos trabalhadores de escritório sem funções gerenciais se consideram usuários regulares de IA, alta de 23 pontos percentuais em relação a um ano antes.
- As conclusões vêm do relatório AI at Work, da empresa de consultoria Boston Consulting Group.
- Ainda assim, as empresas têm dificuldade em traduzir ganhos de eficiência movidos pela IA em valor mensurável.
O estudo AI saves time but most companies waste the gain, divulgado pela Boston Consulting Group, aponta ganhos de produtividade com IA ainda assim pouco consistentes entre as empresas. A pesquisa analisa o uso da tecnologia no ambiente de trabalho.
Segundo o relatório, 74% dos trabalhadores de colarinho branco sem cargo de gestão se consideram usuários regulares de IA. O número representa um aumento de 23 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
A BCG afirma que, mesmo com maior adoção, muitas organizações não convertem os ganhos de eficiência proporcionados pela IA em valor mensurável. O resultado indica uma separação entre uso e resultado prático.
Desdobramentos para as empresas
- A pesquisa aponta variabilidade entre setores na aplicação de IA e na obtenção de retorno.
- Aspectos como integração de sistemas, governança de dados e mensuração de impacto aparecem como entraves comuns.
Além disso, o estudo sugere que as organizações precisam alinhar objetivos de IA com métricas de desempenho. A avaliação de ROI depende de planejamento, implementação e acompanhamento contínuo.
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