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Ibovespa cai mais de 2% com tarifas ameaçadas por Trump

Mercados globais recuam com aversão ao risco; Ibovespa cai 2,22% ante ameaça de tarifas dos EUA, enquanto o dólar fica acima de cinco reais

Ibovespa - Bolsa de São Paulo - B3
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  • O Ibovespa caiu 2,22% nesta quarta-feira, fechando em 170,3 mil pontos, com o ambiente global de aversão ao risco.
  • Entre as maiores pesadas do índice, os bancos tiveram queda: Santander recuou 2,34%, Bradesco caiu 2,14%, Itaú perdeu 2,12% e Banco do Brasil cedeu 1,81%.
  • O recuo acompanha mercados estrangeiros pressionados por tarifas defendidas pelo presidente dos Estados Unidos.
  • O dólar fechou em alta, acima de 5 reais, impulsionado pela aversão ao risco e por tensões no Oriente Médio.
  • O preço do petróleo também subiu, contribuindo para o cenário de volatilidade nos mercados.

O Ibovespa desvalorizou 2,22% nesta quarta-feira, 3, e caiu para 170,3 mil pontos. O recuo reflete um ambiente global mais avesso ao risco, alinhado ao desempenho negativo dos mercados norte-americanos, pressionados por tarifas anunciadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Entre as ações de peso no índice, o setor financeiro teve o desempenho mais negativo. Santander caiu 2,34%, Bradesco recuou 2,14%, Itaú caiu 2,12% e Banco do Brasil teve queda de 1,81%.

O dólar teve alta de mais de 1%, fechando acima de 5 reais. A moeda acompanhou o movimento de aversão ao risco global, somando ao cenário de tensões entre EUA e Irã e à elevação do preço do petróleo.

Contexto de mercado

Analistas destacam que a escalada tarifária norte-americana pode impactar fluxos de investimento e o sentimento de risco, pressionando bolsas e câmbio. Expectativas sobre novas medidas e respostas internacionais ajudam a sustentar a volatilidade.

Mercados globais seguem monitorando negociações entre potências e mudanças de políticas comerciais, com cidades financeiras avaliando impactos setoriais e possíveis efeitos sobre inflação, juros e câmbio no curto prazo.

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