- Meta caiu mais de oito por cento em 2026, ficando em décima primeira posição entre as maiores empresas do mundo, com capitalização de US$ 1,517 bilhão.
- A Samsung avançou para a 8ª posição com US$ 1,558 bilhão, impulsionando o mercado sul-coreano.
- Nvidia lidera o ranking, com US$ 5,396 bilhões, seguida pela Apple (US$ 4,629 bilhões) e Alphabet (US$ 4,342 bilhões).
- O ranking mostra explicita predominância de tecnologia e IA entre as empresas mais valiosas.
- Na América Latina, Petrobras é a empresa mais valiosa da região, com US$ 120,63 bilhões; Mercado Livre caiu 15% no ano, perdendo a liderança regional.
Meta perde posição no top 10 e cai para 11º lugar entre as empresas mais valiosas do mundo, com queda de mais de 8% em 2026. A notícia aponta Nvidia e Apple na liderança da lista.
A companhia controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp acumula 2026 com desvalorização consistente. A capitalização atual é de US$ 1,517 trilhão, abrindo espaço para a ascensão da Samsung, que alcançou US$ 1,558 trilhão.
A Samsung disparou 181% neste ano, impulsionando o mercado sul-coreano. O Kospi fechou o período com alta de 104,23%, reflexo direto do movimento de suas ações.
Top 10 das empresas mais valiosas
- Nvidia: US$ 5,396 trilhões
- Apple: US$ 4,629 trilhões
- Alphabet: US$ 4,342 trilhões
- Microsoft: US$ 3,278 trilhões
- Amazon: US$ 2,759 trilhões
- Taiwan Semiconductor: US$ 2,316 trilhões
- Broadcom: US$ 2,280 trilhões
- Saudi Aramco: US$ 1,764 trilhões
- Tesla: US$ 1,591 trilhões
- Samsung: US$ 1,558 trilhões
O conjunto indica predominância de tecnologia e IA entre as maiores valorizações de mercado globalmente.
Destaques na América Latina
Entre as companhias da região, a Petrobras aparece como a mais valiosa, com valor de mercado de US$ 120,63 bilhões. O início de 2026 mostrava Mercado Libre na liderança regional, mas a empresa argentina sofreu queda de 15% neste ano.
As informações refletem movimentos de valorização de IA e de tecnologia no ranking global, com mudanças significativas para investidores e mercados locais. Fontes consultadas monitoram cotações e variações ao longo de 2026.
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