- O gerente de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, Valdir Oliveira, concedeu entrevista ao CB.Poder sobre o Acredita Sebrae.
- O objetivo do programa é orientar empresários na obtenção de crédito para decisões mais assertivas.
- Oliveira compara o crédito a um remédio e afirma que ele deve ser dosado na medida certa, para não colocar o empreendedor em risco.
- Ele aponta que muitas pessoas físicas e jurídicas são estimuladas a pegar o crédito pelo limite ofertado pelo banco, o que pode levar ao endividamento.
- A recomendação é que o empreendedor entenda sua necessidade de crédito e escolha a linha adequada; também destaca o Desenrola para renegociação de dívidas.
Valdir Oliveira, gerente de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, explicou em entrevista como o Acredita Sebrae atua para evitar endividamentos entre empreendedores. O programa faz parte do Acredita no Primeiro Passo, iniciativa do governo federal, e foi pauta no CB.Poder, realizado em parceria entre Correio Braziliense e TV Brasília.
Segundo Oliveira, o crédito assistido funciona como um remédio: precisa da dose certa para cada caso. O objetivo é evitar que o empreendedor se endivide ao aceitar o limite disponível pelo banco, sem considerar a real necessidade de crédito.
Ele avaliou que, com frequência, pessoas físicas e jurídicas pegam mais crédito do que realmente precisam, o que pode dificultar a gestão financeira. A recomendação é entender a demanda de cada negócio e escolher a linha de crédito mais adequada.
Orientação para o uso do crédito
Oliveira defende que a escolha de recursos seja compatível com o modelo de negócio. Diferentes perfis exigem estratégias distintas para manter a saúde financeira. Nesse sentido, o programa incentiva decisões mais assertivas e alinhadas à realidade empresarial.
Outra sugestão do gerente é aproveitar o programa Desenrola para renegociação de dívidas, como ferramenta de organização financeira. A medida é vista como oportunidade para reduzir encargos e estruturar o fluxo de caixa.
Fonte: entrevista veiculada pelo CB.Poder, com participação da imprensa local.
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