- Oito suspeitos de desvio de R$ 813 milhões foram identificados e localizados na Espanha, mas seguem em liberdade devido a uma falha processual.
- O ataque hacker ao sistema financeiro brasileiro completa um ano; a Polícia Federal acompanhou a fuga dos envolvidos desde o fim do envolvimento no Brasil.
- Um hotel de alto padrão em Brasília seria a base de operações, e a rota de fuga passou por Goiânia, Curitiba, Argentina, França e Espanha.
- Do total furtado, R$ 263 milhões já foram recuperados, com parte do dinheiro rastreada em carteiras de criptomoedas para ocultação.
- Ítalo Jordi Pirineus é apontado como um dos responsáveis pela organização; ao todo, vinte e uma pessoas foram presas, sendo oito localizadas na Espanha.
O maior ataque hacker ao sistema financeiro brasileiro completa um ano. Oito suspeitos de desvio de R$ 813 milhões foram identificados e localizados na Espanha, mas seguem em liberdade por erro processual.
A Polícia Federal monitorou os passos dos envolvidos desde a fuga do Brasil. Um hotel de alto padrão em Brasília é apontado como base de operações para a invasão ao Banco Central. A rota de fuga incluiu Goiânia, Curitiba, Argentina, França e Espanha.
Desdobramentos e status dos suspeitos
Do total desviado, R$ 263 milhões já foram recuperados. Parte dos recursos foi rastreada em carteiras de criptomoedas utilizadas para ocultação do dinheiro.
Ítalo Jordi Pirineus é citado como um dos membros centrais da organização. Ao todo, 21 pessoas foram presas durante a operação, sendo oito localizadas na Espanha.
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