- A XP elevou a projeção da taxa Selic ao fim deste ano de 13,75% para 14%.
- O economista-chefe Caio Megale afirma que a piora das expectativas de inflação em horizontes mais longos exige postura conservadora do Banco Central.
- Segundo Megale, o cenário inflacionário tem deterioração por fatores de oferta e de demanda, levando a uma atuação mais cautelosa da política monetária.
- A XP passou a prever apenas mais dois cortes de 0,25 ponto percentual no juro básico neste ano.
A XP revisou sua projeção para a Selic ao final deste ano, de 13,75% para 14%. A mudança reflete a expectativa de fala mais conservadora do Banco Central diante da inflação.
O economista-chefe da XP, Caio Megale, aponta que a inflação observada em horizontes mais longos elevou as incertezas, o que reforça a necessidade de cautela na política monetária.
Segundo Megale, com a deterioração do cenário inflacionário por fatores de oferta e demanda, o BC deve manter a taxa básica em patamar elevado, prevendo apenas dois cortes de 0,25 ponto percentual.
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