- O CEO do CME Group, Terry Duffy, afirmou estar “muito preocupado” com a ascensão dos contratos perpétuos, uma modalidade de contrato financeiro que recebeu aprovação regulatória nos Estados Unidos.
- Os contratos perpétuos, ou perps, ganham popularidade recentemente e visam ampliar opções de negociação no mercado.
- Duffy disse que esses instrumentos terão pouca utilidade prática para investidores institucionais.
- Ao mesmo tempo, segundo ele, eles oferecem aos traders de varejo acesso a níveis de risco excessivos.
- A observação ocorre em meio à aprovação regulatória recente que facilita o uso dos contrats perpétuos nos mercados americanos.
O CEO da CME Group, Terry Duffy, disse estar muito preocupado com o crescimento dos chamados contratos perpétuos, uma modalidade de futuros que recebeu aprovação regulatória importante nos EUA. A declaração reforça a cautela de grandes operadores quanto a novas ferramentas de alavancagem.
Segundo Duffy, os perp terão utilidade prática limitada para investidores institucionais, enquanto devem ampliar o risco para traders de varejo. A avaliação aparece em meio a debates sobre a proteção ao investidor e a gestão de risco no mercado de derivados.
A fala ocorre após a CME receber autorização regulatória recente para esse tipo de contrato. A empresa atua como operador de mercado de futuros e opções, com sede nos Estados Unidos, e Duffy comanda a organização.
Regulamentação e riscos
Especialistas ouvidos destacam que a adoção dos perp pode intensificar a volatilidade e exigir ajustes mais rigorosos de margens. A análise aponta para impactos distintos entre grandes players e o público de varejo.
Entre na conversa da comunidade