- O cobre recuou, e outros metais básicos caíram, em meio a cautela nos ativos de risco antes de dados de emprego nos Estados Unidos.
- O início forte da semana, inclusive com o fechamento recorde secundário do cobre, não se manteve.
- Preocupações com a guerra no Oriente Médio e a queda de ações de tecnologia contribuíram para a virada de tom no mercado de metais.
- Os números de emprego dos EUA, esperados para sair na sexta-feira, devem indicar aumento sólido e influenciar as expectativas sobre a política do Fed.
- A leitura dos dados pode sustentar a expectativa de alta dos juros pelo Fed nos próximos doze meses.
O mercado de metais industriais recuou nesta semana, com cobre em queda e outros metais básicos em baixa, em meio à cautela dos investidores antes de dados de emprego nos EUA. A divulgação pode influenciar a percepção sobre a política do Federal Reserve.
Após um início sólido, que incluiu o segundo fechamento mais alto já registrado para o cobre, o pregão recente trouxe ajustes. O recuo é atribuído a preocupações sobre o conflito no Oriente Médio e à queda de ações de tecnologia, que puxaram o humor de risco.
Os números de emprego nos EUA, esperados para sexta-feira, devem indicar um aumento sólido, segundo analistas. Caso se confirme, a leitura pode fortalecer a expectativa de alta da taxa de juros pelo Fed no próximo 12 meses.
Contexto macro
O desempenho dos metais permanece sensível a sinais da economia americana e a fatores geopolíticos. Movimentos de risco, como volatilidade em mercados tecnológicos, influenciam a demanda por metais.
Perspectivas de política monetária
Especialistas avaliam que dados de emprego fortes podem sustentar apostas de elevação gradual da taxa de juros pelo Fed, impactando o preço de metais e moedas emergentes.
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