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Petrobras retoma importação de diesel no fim de junho após dois meses

Petrobras retoma importação de diesel no fim de junho, com única carga prevista, em meio a preços elevados e planos para ampliar o refino e reduzir dependência externa

Foto: Gerada por IA
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  • Petrobras voltará a importar diesel no fim de junho, com apenas uma carga prevista para chegar ao país.
  • Em abril e maio, a empresa atendeu integralmente a demanda contratada com produção própria.
  • A retomada das compras externas ocorre em meio a preços internacionais elevados e busca por equilíbrio entre oferta e demanda.
  • Hoje, entre 25% e 30% do consumo nacional depende de importações, e a Petrobras responde por cerca de 70% do mercado.
  • A companhia planeja ampliar a capacidade de refino nos próximos anos, com investimentos em Abreu e Lima (Pernambuco) e Duque de Caxias (Rio de Janeiro) para reduzir a dependência de importações.

A Petrobras anunciou que voltará a importar diesel no fim de junho, encerrando dois meses em que supriu a demanda com produção própria. Segundo a empresa, apenas uma carga deverá chegar ao país no fim do mês.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, o abastecimento de diesel é pauta relevante. Hoje, cerca de 25% a 30% do consumo nacional depende de importações, e a Petrobras responde por cerca de 70% do mercado com combinação de produção interna e compras externas.

A estatal reduziu temporariamente a necessidade de importação ao ampliar a produção nas refinarias e adiar paradas de manutenção. A retomada ocorre em meio a preços internacionais elevados e busca por equilíbrio entre oferta e demanda no mercado doméstico.

Mesmo com a normalização, os preços praticados pela Petrobras permanecem abaixo das referências internacionais. A empresa planeja ampliar a capacidade de refino nos próximos anos, com investimentos em Abreu e Lima, em Pernambuco, e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para aumentar a produção e reduzir dependência de importações.

O movimento é acompanhado por investidores e pelo mercado de combustíveis, dada a importância da estatal no abastecimento e as oscilações de preços do petróleo.

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