- A Standard & Poor’s Jones manterá os requisitos atuais para entrar no S&P 500, sem entrada rápida para SpaceX e outras megacapitalizações; a confirmação é de que a empresa precisará, no mínimo, esperar 12 meses após a cotação.
- A OPV de SpaceX, assim como as previstas de Anthropic e OpenAI, não poderão estrear nas referências do S&P 500; no Nasdaq, porém, há possibilidade de entrada mais rápida.
- O índice mantém o tempo de maturação de 12 meses para empresas recém cotizadas e não alterará critérios de rentabilidade e free float conforme o tamanho da empresa.
- A discussão, aberta no início do ano, questionava se as regras deveriam ser atualizadas para incluir companhias de megacapitalização que debutam com escala prévia ao ingresso tradicional, fenômeno conhecido como “entrada rápida”.
- O anúncio ocorreu num contexto em que investidores temem que a inclusão rápida exponha fundos passivos a maior volatilidade, enquanto defensores defendem que grandes empresas devem ser refletidas no índice mais cedo.
Standard & Poor’s Jones manterá as regras atuais para entrada nos índices, como o S&P 500, rejeitando propostas de inclusão rápida de megacaps como SpaceX. A empresa de Elon Musk não entrará instantaneamente após abrir o capital.
A operação de SpaceX envolve uma avaliação de valorização em 1,77 trilhões de dólares. As ofertas públicas de venda previstas, tanto da SpaceX quanto de empresas de IA, como Anthropic e OpenAI, não poderão estrear nas referências.
Manutenção das regras de entrada
A S&P explicou, em comunicado, que continuará com o período de maturação de 12 meses para empresas recém-listadas. Não haverá eliminação dos critérios de rentabilidade nem do free float, mantendo o padrão atual.
Essa decisão ocorre em meio a debates sobre a necessidade de adaptar regras a empresas de grande porte que debutam com escala histórica, na chamada entrada rápida. O debate envolve impactos para fundos de investimento e volatilidade de ações.
SpaceX não seria elegível para o S&P 500 pelo menos um ano após a estreia na bolsa, além de precisar cumprir critérios de rentabilidade e capital flutuante. Analistas ressaltam que a norma mantém estabilidade para o mercado.
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