- A Iata aponta que Brasil, México e Argentina ainda não retomaram os níveis de conectividade de 2019.
- Brasil tem queda de 20% no número de voos em relação ao período pré-pandemia.
- Argentina registra queda de 15% e o México, 10%.
- A recuperação depende de políticas públicas que ampliem a malha aérea, reduzam tarifas e melhorem a infraestrutura aeroportuária.
- A instituição destaca a importância de regulação eficiente, concorrência saudável e ações coordenadas entre setor público e privado para o crescimento econômico e inclusão social.
O Brasil, México e Argentina ainda não recuperaram os níveis de conectividade observados em 2019, aponta a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata). A entidade diz que a recuperação do setor é uma questão de política pública a ser aprimorada para estimular a conectividade e o crescimento.
Segundo a Iata, o Brasil registra queda de 20% no volume de voos em relação ao período pré-pandemia, impactando a conectividade. A Argentina tem queda de 15% e o México, de 10%, segundo a instituição.
A Iata frisa que a recuperação da aviação é essencial para o desenvolvimento econômico e a integração internacional. As medidas apontadas incluem ampliar a malha aérea, reduzir tarifas e melhorar a infraestrutura aeroportuária.
Willie Walsh, diretor-geral da Iata, afirma que a conectividade aérea é uma política pública que deve ser prioridade dos governos, para ampliar oportunidades de crescimento econômico e inclusão social.
A entidade reforça a necessidade de regulação eficiente e de concorrência saudável no setor, para estimular inovação e reduzir custos aos passageiros. A melhoria do ambiente regulatório é citada como crucial.
Apesar de possuir uma das maiores malhas do mundo, o Brasil enfrenta desafios para retomar o nível de 2019. A Iata aponta que a recuperação depende de ações coordenadas entre público e privado, com foco na oferta de voos e na infraestrutura.
A Iata conclui que a conectividade aérea é ferramenta estratégica para o desenvolvimento econômico e social, exigindo prioridade entre governos, empresas e reguladores.
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