- Em 2025, mais de 44 mil pessoas saíram da linha da pobreza com apoio da Suzano, levando o total desde o início do programa a 141.686 pessoas.
- A meta é retirar 200 mil pessoas da pobreza até 2030, com a Suzano registrando avanço e organizando uma carteira de projetos de geração de renda e inclusão produtiva.
- Em quarenta e cinco, a companhia investiu R$ 20 milhões em iniciativas sociais e mobilizou R$ 60 milhões junto a parceiros, gerando R$ 163 milhões de receita para beneficiários.
- A parceria com o Instituto Coca-Cola Brasil é destaque: até 2027 investe R$ 4 milhões para capacitar cerca de sessenta mil jovens, com resultados positivos em empregabilidade.
- O foco inclui mulheres, negros e jovens, além de ações em Pará e Tocantins, onde projetos envolvem agricultura familiar, extrativismo, reciclagem e cadeias produtivas locais.
A Suzano avança na meta de retirar 200 mil pessoas da pobreza até 2030, com uma atuação que soma recursos próprios e de parceiros. Em 2025, a empresa investiu R$ 20 milhões em iniciativas sociais e mobilizou mais R$ 60 milhões com parceiros, alcançando 44 mil pessoas neste ano. Ao todo, já foram beneficiadas 141.686 pessoas desde o início do compromisso.
A estratégia da companhia vai além de doações pontuais. Em vez de filantropia tradicional, a Suzano estruturou uma carteira de projetos voltados para geração de renda, empregabilidade, empreendedorismo, agricultura familiar e inclusão produtiva. O objetivo é ampliar o impacto social de forma mensurável e escalável.
A meta, definida em 2020 após a fusão com a Fibria, considera indicadores oficiais de pobreza, a presença da Suzano nos territórios e o potencial de impacto das iniciativas. Giordano Automare, gerente-executivo de Sustentabilidade, explica que a atuação busca resultados tangíveis nos mais de 220 municípios onde a empresa atua.
A atuação está organizada em três pilares: evitar duplicidade de esforços, estabelecer parcerias estratégicas e reconhecer o papel do próprio negócio na geração de impacto. Automare destaca que contratar mão de obra local e trabalhar com fornecedores da região potencializa os benefícios para comunidades vulneráveis.
Entre 2023 e 2025, o projeto com o Instituto Coca-Cola Brasil é um dos grandes contribuidores para a meta. O acordo, renovado em 2026 com vigência até 2027, prevê investimento de R$ 4 milhões para capacitar cerca de 60 mil jovens de 16 a 29 anos. Em 2025, 63% dos beneficiados eram mulheres e 64% negros, com 60% dos participantes conseguindo emprego em até seis meses após a formação.
A Suzano também atua em habitats específicos, como a Amazônia do Pará, em parceria com o CIRAD para conservação e geração de renda. Em Paragominas (PA), 373 produtores rurais e extrativistas foram beneficiados em 2025, com 280 deles saindo da linha da pobreza. No Tocantins, o projeto Conexões Transformadoras envolve o BNDES e o governo estadual, com investimento de R$ 2 milhões e atuação em fruticultura, mandiocultura, apicultura e meliponicultura, beneficiando mais de 3.175 pessoas.
Para a empresa, o combate à pobreza caminha junto com a sustentabilidade do negócio. Automare afirma que o desenvolvimento social dos territórios é parte da estratégia corporativa, porque a melhoria da qualidade de vida reduz riscos, conflitos e favorece o desenvolvimento. O executivo ressalta ainda a necessidade de integrar a agenda social à ambiental, defendendo que uma floresta rica não coexistir com comunidades em vulnerabilidade.
O objetivo é acelerar os resultados nos próximos anos para consolidar um modelo baseado em geração de renda, inclusão produtiva e desenvolvimento territorial. A Suzano mantém o foco em alcançar a marca de 200 mil pessoas retiradas da pobreza até 2030, alinhando ações sociais a sua estratégia de negócios e conservação ambiental.
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