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Aviação precisa de cooperação internacional, diz Alckmin

Alckmin afirma que a aviação enfrenta desafios globais, custo elevado de combustível e escassez de mão de obra, enquanto Brasil aposta em biocombustíveis e política de Estado

Na imagem, o vice-presidente Geraldo Alckmin, que declarou que o governo Lula trata a aviação como uma “política de Estado”
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  • Alckmin disse que a aviação enfrenta problemas que nenhum país resolve sozinho, ao abrir a Assembleia Geral Anual da Iata no Rio de Janeiro.
  • Destacou desafios como o custo elevado do combustível, por tensões no Oriente Médio, e a escassez de mão de obra qualificada.
  • Afirmou que o Brasil tem vantagem competitiva por ser grande produtor de biocombustível e que é o maior mercado de aviação da América do Sul.
  • Apontou recordes do setor: em 2025 foram quase 130 milhões de passageiros transportados; de janeiro a abril de 2026, 44,3 milhões de embarques (33,7 milhões domésticos e 10,6 milhões internacionais).
  • Elogiou a Embraer, dizendo que a empresa é uma das únicas do mundo a fabricar, certificar e entregar aeronaves, ao lado da Boeing e da Airbus, e afirmou que o setor aeronáutico é estratégico no país.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou neste domingo que a aviação enfrenta problemas que nenhum país resolve sozinho. O comentário foi feito na abertura da Assembleia Geral Anual da Iata, no Rio de Janeiro.

Alckmin destacou desafios para o setor, como o custo elevado do combustível devido a tensões no Oriente Médio e a escassez de mão de obra qualificada. Mesmo assim, disse haver vantagem competitiva brasileira pela atuação no biocombustível.

O dirigente afirmou que o Brasil é o maior mercado de aviação da América do Sul e está entre os maiores do mundo. Segundo ele, o governo federal, sob Lula, trata a aviação como política de Estado, enfatizando que a dimensão do país torna a prática necessária, não um luxo.

Desempenho recente do setor

Alckmin citou os recordes de 2025, quando o país transportou quase 130 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais, como sinal da pujança do setor. Entre janeiro e abril de 2026, o país registrou 44,3 milhões de embarques, sendo 33,7 milhões domésticos e 10,6 milhões internacionais.

O vice-presidente também elogiou a Embraer, destacando que a empresa é uma das poucas no mundo capaz de fabricar, certificar e entregar aeronaves, ao lado de Boeing e Airbus. Ele reforçou a inclusão do setor aeronáutico entre as áreas estratégicas da economia.

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