- Empresas de MG, ES e GO adotam infraestrutura da MOOVpay, conectando redes de lojas a serviços financeiros e fortalecendo a presença de fintechs locais no interior.
- Mercado brasileiro de Embedded Finance deve chegar a US$ 13,8 bilhões até 2029, com taxa anual de crescimento de 26,2%, segundo pesquisa da Research and Markets.
- Projeção anterior apontava US$ 14,16 bilhões em 2025, com CAGR de 13,3% entre 2021 e 2025, destacando o potencial de expansão do setor.
- Dados indicam que a transformação não fica restrita às capitais: redes regionais já incorporam crédito, seguros e programas de fidelidade no varejo.
- Em julho de 2025, Banco Central ampliou o compartilhamento de dados para incluir investimentos, seguros e câmbio, fortalecendo a personalização de produtos e a integração de serviços financeiros no varejo.
O mercado brasileiro de Embedded Finance segue ganhando força no interior do país. Empresas de MG, ES e GO adotam infraestrutura da MOOVpay, atuando como extensão de fintechs locais. Segundo pesquisas de mercado, o setor deve atingir valores expressivos até 2029, com crescimento robusto ao longo da próxima década.
Dados indicam que o Brasil se consolida entre os maiores mercados do segmento, impulsionado pela expansão de soluções financeiras integradas a redes de varejo regionais. Analistas apontam projeções positivas para o crescimento anual, apoiadas pela inserção de serviços financeiros no dia a dia de consumidores.
MOOVpay e o interior
A matriz da MOOVpay afirma que a infraestrutura tecnológica permite às redes de lojas incorporar crédito orientado ao consumo, seguros e programas de fidelidade. A proposta é transformar o varejo tradicional em um ecossistema financeiro, ampliando o acesso a serviços e fortalecendo a fidelização de clientes.
De acordo com o CEO da MOOVpay, o Embedded Finance deixou de ser privilégio das grandes cidades. O atual movimento no interior mostra demanda real por crédito e serviços no ponto de venda, com a empresa buscando democratizar essa tecnologia.
Varejo brasileiro
Relatórios do setor indicam a migração de pagamentos para plataformas digitais no varejo. Entre 2020 e 2023, o uso de dinheiro recuou significativamente, enquanto Pix, Near Field Communication e carteiras digitais ganharam espaço, apontando para uma transformação estruturante.
O cenário é reforçado pela ampliação recente do escopo de dados permitidos para compartilhamento, incluindo investimentos, seguros e operações de câmbio. Essa mudança facilita a personalização de produtos e a integração de serviços financeiros no varejo, mobilidade e delivery.
O avanço do Embedded Finance no Brasil
Especialistas sustentam que a digitalização financeira amplia oportunidades em setores diversos, desde supermercados até lojas de vestuário e farmácias. A infraestrutura de pagamentos cria novas fontes de receita e melhora a experiência do consumidor, com impacto esperado no varejo regional.
Executivos destacam que a transformação descentralizada permite que estabelecimentos no interior operem com a eficiência de fintechs, ampliando o leque de serviços disponíveis aos clientes e fortalecendo a competitividade local.
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