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Empresas atingidas por tarifa dos EUA podem pedir crédito ao BNDES hoje

Plano Brasil Soberano amplia crédito a empresas com pelo menos 1% de queda no faturamento, incluindo exportadores com operações no Oriente Médio

A ampliação foi anunciada pelo governo na última semana
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  • Hoje entram em vigor as atualizações do Plano Brasil Soberano, com medidas para enfrentar os impactos das tarifas dos EUA no setor produtivo.
  • O benefício de crédito passa a valer para empresas que tiveram pelo menos 1% do faturamento brutos influenciado pelas situações internacionais, antes exigência de 5%.
  • Também entram no alcance empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores que atuam com países do Oriente Médio.
  • O critério de perdas de faturamento para essas empresas foi reduzido para 1%, considerados os dados de janeiro a dezembro de 2025.

O governo ampliou o acesso a crédito para empresas afetadas pelas tarifas impostas pelos EUA. A medida, dentro do Plano Brasil Soberano, entra em vigor nesta segunda-feira (8) para quem teve pelo menos 1% do faturamento influenciado pelas decisões de Washington. Anunciada na semana passada, a expansão flexibiliza critérios anteriores.

Agora, créditos passam a ser oferecidos a companhias com queda de faturamento superior a 1% entre janeiro e dezembro de 2025, e também a exportadoras de bens industriais com clientes no Oriente Médio. Nesse grupo, vale o mesmo requisito de perda de faturamento de pelo menos 1%.

A mudança amplia o alcance do benefício, que antes exigia perdas de 5% para ter acesso aos crédito públicos sob o plano. A extensão também abrange fornecedores que atuam com países do Golfo, apontando para impactos monetários no comércio exterior.

Segundo fontes oficiais, a estratégia visa mitigar reflexos das tarifas norte-americanas sobre a produção nacional e manter a fluidez de crédito para empresas afetadas por instabilidades externas. O objetivo é reduzir o choque econômico nesse período de desajustes comerciais.

A implementação ocorre com o objetivo de reforçar a resiliência do setor produtivo brasileiro diante de ações externas, preservando empregos e sustentação das cadeias logísticas. O governo ressalta que a medida está sujeita a atualizações conforme cenários internacionais evoluam.

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