- O CEO Georges Elhedery afirmou que julgamento e tomada de decisão humanos continuam centrais nos bancos, mesmo com o avanço da inteligência artificial.
- Ele disse à Bloomberg TV que a IA pode revolucionar o atendimento, aumentar a produtividade e oferecer serviços hiperpersonalizados, mas não substituirá as pessoas.
- Elhedery indicou que a IA pode levar a mais contratações no futuro, não apenas a demissões.
- A Bloomberg informou que o HSBC avalia cortar até 20.000 funções, cerca de 10% da força de trabalho, nos próximos anos devido à IA.
- O banco já utiliza IA em áreas como conformidade de know your customer (KYC) e outras funções, para ampliar capacidades.
Georges Elhedery, CEO do HSBC, afirmou que o julgamento humano continuará no centro das operações bancárias, mesmo com o avanço da inteligência artificial. Em entrevista à Bloomberg TV, ele ressaltou a importância da responsabilidade humana no setor.
O executivo explicou que a IA pode transformar a forma de atender clientes, aumentando a produtividade e permitindo serviços hiperpersonalizados. Mesmo assim, reforçou que as pessoas seguem sendo fundamentais e que isso pode abrir espaço para novas contratações no futuro.
Segundo a Bloomberg, o HSBC avalia a possibilidade de reduzir até 20 mil funções nos próximos anos, o equivalente a cerca de 10% da força de trabalho, como resultado da adoção da IA. Elhedery afirmou que o banco do futuro exige investimento e gera capacidades adicionais.
Uso atual de IA no HSBC
O HSBC já utiliza IA em áreas como conformidade e conheça seu cliente (KYC), além de outras funções em diferentes áreas de negócio, conforme o CEO. A integração da tecnologia ocorre em etapas e busca ampliar controles e eficiência.
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