- Iberdrola investirá cerca de 25 bilhões de reais (quase 4,5 bilhões de euros) em infraestrutura elétrica na Bahia até 2030, via a subsidiária Neoenergia Coelba.
- O plano prevê 54 novas subestações, mais de 2.000 quilômetros de linhas de alta tensão e 42.000 quilômetros de redes de média tensão.
- Ao todo, a Neoenergia projeta 50 bilhões de reais em investimentos em redes de distribuição no Brasil nos próximos cinco anos, com a Bahia recebendo metade desse total.
- O anúncio foi feito na Bahía Farm Show pelo presidente executivo da Iberdrola, Ignacio Sánchez Galán, que destacou a renovação de concessões de distribuição por 30 anos como motor de previsibilidade para novos investimentos.
- A Iberdrola atua no Brasil há quase três décadas, atende mais de 40 milhões de pessoas via Neoenergia e já investiu mais de 120 mil milhões de reais no país.
A Iberdrola anunciou um novo investimento de 4,5 bilhões de euros nas redes elétricas do Brasil. A decisão ocorre por meio da Neoenergia Coelba, empresa do grupo no estado da Bahia, e faz parte de um pacote total de 9 bilhões de euros até 2030.
O montante inclui 54 novas subestações, mais de 2 mil quilômetros de linhas de alta tensão e 42 mil quilômetros de redes de média tensão. A Bahia deverá receber metade desses recursos destinados a redes de distribuição nos próximos cinco anos.
O anúncio foi feito durante a Bahia Farm Show, principal feira agrícola do país, pelo presidente executivo da Iberdrola, Ignacio Sánchez Galán. A cerimônia contou com autoridades como o vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, e o ministro Alexandre Silveira.
Galán destacou que a renovação de concessões de distribuição por 30 anos, fechada em maio, oferece previsibilidade regulatória e estimula o investimento, fortalecendo o ciclo de investimentos no setor elétrico brasileiro.
A Iberdrola atua no Brasil há quase três décadas, atendendo mais de 40 milhões de pessoas via Neoenergia. A empresa opera em 18 estados e no Distrito Federal, sendo a maior investidora em infraestrutura elétrica no país.
Segundo as contas de 2025, o Brasil foi o segundo maior mercado para o grupo, gerando 9,2 bilhões de euros em receita no ano, atrás apenas da Espanha. O Brasil figura entre os mercados estratégicos para a companhia, com histórico de investimentos superiores a 20 bilhões de euros desde 1997.
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