- A TAG Investimentos recomenda postura defensiva nos portfólios devido à piora do risco fiscal.
- Entre as preferências da casa estão o dólar, debêntures incentivadas e ativos de proteção inflacionária, como NTN-Bs.
- O mercado volta a focalizar o ciclo eleitoral e o pacote de medidas de estímulo implementado pelo governo.
- A gestora aponta inflação elevada e espaço reduzido para cortes na Selic como fatores que sustentam a visão defensiva.
O comitê de investimentos da TAG Investimentos adotou uma postura mais defensiva diante da piora do risco fiscal no Brasil. A casa recomenda priorizar ativos de proteção, incluindo o dólar e NTN-Bs, para os portfólios.
A decisão foi tomada em meio a um cenário em que o mercado acompanha o ciclo eleitoral e o pacote de medidas de estímulo do governo. A inflação é vista como fator de preocupação adicional.
De acordo com André Leite, da TAG Investimentos, há espaço limitado para cortes na taxa Selic. Em função disso, a recomendação é reduzir riscos e buscar proteção contra evidências de deterioração fiscal e volatilidade cambial.
Contexto macroeconômico
A instituição ressalta que a inflação pode pressionar retornos reais e que o dólar tende a funcionar como hedge. NTN-Bs aparecem como opção de proteção inflacionária frente a cenários de incerteza fiscal.
A agenda de fatores externos e internos pode manter o viés defensivo ativo nos portfólios da casa. A avaliação destaca a importância de manter liquidez e diversificação diante do ambiente político e econômico.
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