- O Banco de Brasília (BRB) vai ingressar com ações de responsabilidade civil contra ex-administradores ligados ao caso Banco Master, afirmou o presidente Nelson Antônio de Souza na CAE do Senado.
- A instituição abriu procedimentos de apuração para todos os dirigentes, empregados e demais citados no relatório da Machado Meyer ou em outras investigações.
- O objetivo é buscar reparação por danos, com ações já anunciadas contra os ex-gestores.
- Na 13ª Vara Cível de Brasília, o BRB já move ação contra o Banco Master, cobrando indenização pela venda de carteiras de crédito consideradas irregulares.
- O caso envolvendo a negociação de seis imóveis avaliados em R$ 146,5 milhões, que teriam sido usados para supostas propinas, está sob responsabilidade da Polícia Federal; bloqueios de bens, se houver, são realizados pelas autoridades competentes.
O Banco de Brasília (BRB) acionará na Justiça ex-administradores ligados ao caso Master. A fixação ocorreu durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado nesta terça-feira, 9 de junho. Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB, informou que a instituição abrirá ações de responsabilidade civil contra todos os ex-diretores citados em investigações e relatórios internos. A motivação é buscar reparação por prejuízos atribuídos ao caso envolvendo o Master.
Segundo o BRB, já foram instaurados procedimentos de apuração para dirigentes, empregados e outras pessoas mencionadas nos relatórios do escritório Machado Meyer ou em outras apurações que indiquem responsabilidades. O objetivo é identificar responsabilidades e tomar medidas cabíveis.
Na 13ª Vara Cível de Brasília, o BRB já move ação contra o Banco Master, visando indenização por venda de carteiras de crédito consideradas irregulares, com créditos classificados como podres ou inexistentes. Os réus incluem o Banco Master, bem como ex-dirigentes e diversos fundos de investimento ligados aos ativos.
Investigações em curso e próximos passos
Durante a sessão, o presidente do BRB informou que houve bloqueio de ações relacionadas ao caso e que os procedimentos seguem nas instâncias competentes. Os processos tramitam tanto no Poder Judiciário quanto em corregedorias e outros órgãos responsáveis pela apuração. O caso envolvendo imóveis avaliados em 146,5 milhões de reais também está sob apuração da Polícia Federal, segundo o BRB.
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