- O Senado aprovou nesta terça-feira o projeto que concede a Campo Largo (Paraná) o título de Capital Nacional da Louça, seguindo o parecer do senador Flávio Arns.
- O texto homenageia a cidade pela produção de louças profissionais, com Campo Largo respondendo por cerca de 75% da produção nacional destinada a hotelaria e gastronomia.
- O polo industrial local gera cerca de 5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos.
- A atividade movimenta mais de R$ 1,2 bilhão por ano e exporta para mais de 40 países.
- A defesa do título ocorreu em audiência pública na Câmara dos Deputados, destacando a história iniciada na década de 1920 por imigrantes italianos que transformaram a cerâmica artesanal em indústria.
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, 9, o projeto que confere a Campo Largo, no Paraná, o título de Capital Nacional da Louça. A proposição, de autoria do deputado Paulo Litro, foi apreciada na forma do parecer do senador Flávio Arns e segue para sanção presidencial.
O texto reconhece a cidade pela liderança na produção de louças profissionais no Brasil. De acordo com o Sindicato de Louças do Paraná, Campo Largo responde por cerca de 75% da produção nacional destinada aos setores de hotelaria e gastronomia. O polo industrial gera cerca de 5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos.
A atividade cerâmica local movimenta mais de R$ 1,2 bilhão por ano e mantém exportações para mais de 40 países. O reconhecimento reforça a tradição iniciada na década de 1920, quando imigrantes italianos transformaram a cerâmica artesanal em indústria relevante para o município.
Contexto econômico e histórico
Arns afirmou que a homenagem foi defendida durante audiência pública na Câmara dos Deputados, com participação de autoridades e representantes do setor. Segundo o senador, os depoimentos reforçaram a importância da importância econômica e social da indústria de louças em Campo Largo.
A presença de um polo industrial consolidado é apontada como diferencial para a cadeia produtiva, que abastece hotelaria, restaurantes e serviços alimentares no país. A proposta tramita agora para a confirmação presidencial.
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