- GDF informou o início da ocupação do CAD-DF, em Taguatinga, com economia de até R$ 168 milhões por ano em aluguéis de imóveis de órgãos governamentais.
- A primeira etapa ocupará 31% do complexo e ocorrerá de forma gradual nos próximos 90 dias.
- A mudança começa pela Secretaria de Obras, com economia de cerca de R$ 3 milhões por ano; Seduh (Desenvolvimento Urbano e Habitação) deve economizar R$ 5,5 milhões; Secretaria de Mobilidade, R$ 3,2 milhões; Secretaria do Meio Ambiente, R$ 3,1 milhões; DF Legal, R$ 3,5 milhões por ano.
- Não haverá aquisição de novos móveis ou equipamentos; será aproveitada a estrutura existente; o Relatório de Impacto de Trânsito já foi liberado e, nesta fase, não são previstos impactos significativos na mobilidade.
- Além da economia, a medida busca ganho de eficiência administrativa, integração entre órgãos e atendimento regional em um único espaço; o CAD-DF fica próximo a Taguatinga, Ceilândia, Samambaia e Águas Claras, com acesso facilitado por transporte público.
O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou a ocupação gradual do Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF), em Taguatinga. A medida, que começa nos próximos 90 dias, deve reduzir custos com aluguéis em até 168 milhões de reais por ano. A primeira etapa ocupará 31% do complexo.
A coletiva ocorreu no Palácio do Buriti. Hoje, o GDF gasta cerca de 14 milhões de reais mensais com aluguéis de imóveis de órgãos governamentais. A transferência das secretarias para o CAD-DF busca direcionar recursos a saúde, segurança, educação e obras.
A aposta é por maior eficiência administrativa. Com várias secretarias reunidas, a gestão pretende melhorar a integração institucional e o atendimento à população, concentrando demandas em um único espaço.
Secretarias envolvidas na primeira etapa
A Secretaria de Obras será a pioneira na mudança, com economia estimada de 3 milhões de reais por ano. Seduh (Desenvolvimento Urbano e Habitação) deve reduzir despesas em 5,5 milhões anuais. Mobilidade, Meio Ambiente e DF Legal terão reduções de 3,2 milhões, 3,1 milhões e 3,5 milhões, respectivamente.
A migração ocorrerá sem aquisição de novos móveis ou equipamentos, aproveitando a infraestrutura já existente. O Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) foi elaborado e não aponta impactos significativos na mobilidade nesta fase.
Contexto e impactos esperados
O CAD-DF, localizado próximo a Taguatinga, Ceilândia, Samambaia e Águas Claras, abrange áreas com população estimada em torno de um milhão de habitantes. O complexo tem acesso facilitado pelo transporte público, incluindo rodoviária e estação de metrô.
A tendência é que a ocupação fortaleça a economia local e aumente a circulação de pessoas, além de valorizar imóveis da região. O governo também destacou que o terreno sempre pertenceu ao Distrito Federal e não há impedimentos legais para a ocupação parcial do espaço.
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