- Sophie Rocha, de 23 anos, gerente de contratação da geração Z em Los Angeles, viralizou ao apoiar críticas de CEOs à sua geração em vídeo no TikTok.
- Ela trabalha na Home From College, plataforma de carreiras, e realiza entrevistas com candidatos da própria geração.
- Em entrevista recente, comparou um candidato que participou da chamada pelo celular como pouco sério para a primeira fase.
- O relato menciona preferências pelo trabalho remoto, mas o candidato dizia não ter interesse nisso e ainda exigiu remuneração maior.
- Pesquisas citadas apontam a geração Z como a mais difícil de gerenciar para muitos chefes, com alta taxa de demissões e desafios de iniciativa e comunicação.
Sophie Rocha, uma gerente de contratação de 23 anos que atua em Los Angeles, viralizou ao defender críticas feitas por CEOs à geração Z. Em vídeos no TikTok, ela comenta dilemas de recrutamento e compartilha dicas para jovens em busca de empregos.
Rocha trabalha no marketing da plataforma de carreira Home From College, que ajuda a recrutar jovens da geração Z. Em recente entrevista, ela relatou ter visto um candidato que participou da chamada por celular, considerado insuficiente para uma primeira fase de seleção.
A profissional também comentou que, durante a conversa, o candidato chegou a elogiar o trabalho remoto, mas revelou não ter intenção de trabalhar de casa, propondo usar a política da empresa para atuar integralmente durante as férias. Ela descreveu ainda a exigência de remuneração como um ponto de debate com a empresa.
Contexto sobre a geração Z no mercado
Estudos citados indicam que 45% dos gerentes consideram a geração Z a mais difícil de gerenciar, com half dos jovens admitindo dificuldades próprias. Outros levantamentos apontam que 65% dos chefes veem a geração Z entre as mais propensas a demissões, com desligamentos relatados logo após contratações em alguns casos.
Entrevistas e avaliações mostram também problemas recorrentes como atraso, linguagem inadequada e pouca iniciativa, levando empresas a valorizarem outras gerações para posições de entrada. Em resposta, há empresas que passam a buscar líderes de gerações mais velhas para formar a equipe.
Rocha, em sequências de vídeos, sugeriu que jovens acompanhem entrevistas por meio de computador, evitem falar excessivamente e demonstrem interesse pela empresa. Ela também destacou a importância de enviar um e-mail de agradecimento após a entrevista, como sinal de educação, segundo seus relatos.
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