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Governador interino negocia adesão do RJ ao Progag e crédito de R$ 20 bi

Governador interino do Rio negocia adesão ao Propag e uso de crédito de R$ 20 bilhões da Petrobras para abater dívidas com a União, reduzindo parcelas para R$ 120 milhões

Ricardo Couto busca equilibrar as contas do estado do RJ
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  • O governo do Rio de Janeiro negocia aderir ao Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados) e usar um crédito de R$ 20 bilhões da Petrobras para abater dívidas com a União.
  • A proposta foi anunciada após reunião entre o governador interino Ricardo Couto e o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
  • O Rio deve mais de R$ 200 bilhões ao governo federal. A ideia é reconhecer o crédito junto à Petrobras e usá-lo junto à União, o que poderia antecipar pagamentos em até três anos.
  • A adesão ao Propag permitiria reduzir as parcelas mensais de R$ 400 milhões para aproximadamente R$ 120 milhões.
  • O governo avalia ainda a desapropriação do terreno da Refit e o Rioprevidência informou aplicação de cerca de R$ 3 bilhões em instituições ligadas ao Banco Master, com expectativa de recuperar R$ 1,4 bilhão.

Em negociação para a adesão do Rio de Janeiro ao Propag, o governo estadual analisa usar um crédito de R$ 20 bilhões da Petrobras para abater dívidas com a União. A proposta foi anunciada após a reunião entre o governador interino Ricardo Couto e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta terça (9).

O Rio de Janeiro acumula um débito superior a R$ 200 bilhões com o governo federal. A ideia é reconhecer esse crédito junto à Petrobras e utilizá-lo junto à União, com previsão de até três anos de antecipação no pagamento da dívida, segundo Couto.

Já havia sido autorizado, no começo de junho, o ingresso do estado no Propag após sair do RRF. A expectativa é formalizar a adesão até o fim deste mês, o que reduziria as parcelas mensais de R$ 400 milhões para cerca de R$ 120 milhões.

Entre as medidas em estudo, está a desapropriação do terreno da Refit. Couto também citou que o Rioprevidência aplicou cerca de R$ 3 bilhões em instituições vinculadas ao Banco Master e pretende recuperar aproximadamente R$ 1,4 bilhão do montante.

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