- O dólar abriu a terça-feira (9) em queda, cotado a R$ 5,16, e o Ibovespa abriu em alta, aos 170 mil pontos.
- Segundo o economista Rodrigo Simões, o dólar é decisivo para a economia brasileira, pois importações, alimentos e combustíveis são negociados na moeda norte‑americana.
- Oscilações do dólar, principalmente quando sobem, tornam tudo que é comprado no exterior mais caro e elevam a inflação.
- Simões aponta que o dólar está subindo por causa da imprevisibilidade do acordo entre Estados Unidos e Irã e do efeito no setor de combustíveis.
- A variação cambial afeta o preço de fretes e, consequentemente, o custo de vida para a população.
O dólar abriu a sessão desta terça-feira (9) em queda, cotado a R$ 5,16. O Ibovespa, por sua vez, iniciou os negócios em alta, próximo de 170 mil pontos. As oscilações ocorrem em um cenário global mais otimista, com expectativas de um acordo para encerrar o conflito entre EUA e Irã.
Segundo o economista e professor Rodrigo Simões, o dólar é determinante para a economia brasileira porque as importações de produtos, alimentos e combustíveis são feitas na moeda norte-americana. Assim, variações cambiais influenciam diretamente o custo de itens importados.
A alta recente do dólar é atribuída à imprevisibilidade de um acordo entre Estados Unidos e Irã, além do impacto nos preços de combustível. A variação cambial também afeta o frete, o que pode aumentar o custo final de produtos para a população.
Conforme explicado por Simões, tudo que depende de energia e transporte tende a acompanhar o movimento do câmbio. Quando a moeda americana oscila para cima, o consumidor percebe reajustes no dia a dia, especialmente em itens com maior participação de importação.
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