- O uso de canetas à base de GLP‑1, como Ozempic e Mounjaro, pode fazer a Azul economizar cerca de R$ 3 milhões por mês em combustível, segundo o CEO John Rodgerson.
- A estimativa baseia na redução média de 2 kg por passageiro, que impactaria o consumo de querosene de aviação.
- O querosene costumava representar cerca de 30% das despesas da Azul e os preços subiram com a guerra envolvendo EUA, Israel e Irã.
- Rodgerson disse que as companhias aéreas monitoram detalhes operacionais para reduzir peso e gastar menos com combustível, incluindo itens simples a bordo.
- Ele ainda ligou o avanço dos medicamentos GLP‑1 a mudanças no comportamento de consumo, destacando o impacto de fatores externos na operação.
O CEO da Azul, John Rodgerson, afirmou que o uso de canetas à base de GLP-1, como Ozempic e Mounjaro, pode levar a uma economia de cerca de R$ 3 milhões por mês em combustível. A declaração ocorreu em painel sobre os impactos desses medicamentos, organizado por Pague Menos e Itaú BBA, e foi divulgada pela Exame.
Segundo Rodgerson, uma queda média de 2 kg por passageiro tende a reduzir o consumo de querosene de aviação, influenciando diretamente as contas da companhia. A Azul já tinha o combustível como um dos seus maiores custos, que cresceram com o aumento do valor do insumo.
O executivo indicou que o querosene respondia por cerca de 30% das despesas da Azul, impactadas pelo cenário geopolítico envolvendo os EUA e o Oriente Médio. Ele disse enxergar os remédios como um fator que pode aliviar a pressão sobre a margem.
Rodgerson explicou que as companhias aéreas monitoram detalhes operacionais para reduzir peso e, assim, o consumo de combustível. Ele citou, de forma humorial, a análise de itens simples a bordo como parte de estratégias de economia.
Ainda na apresentação, o CEO comentou que o avanço dos GLP-1 pode provocar mudanças no comportamento de consumo, observando impactos indiretos no setor de aviação. A fala foi feita durante o evento citado, sem revelar dados adicionais.
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